REVISTA DOS UTILIZADORES AMSTRAD |
Alfa
sistemas
Informática e Burótica, Lda.
COMPUTADORES |-
AMSTRAD
1512
- C/1 Unid. DISK e Ecran MONO Tr***».138.
- C/2 Unid. DISK + Ecran MONO .154.
- C/1 U. DISK + 1 DISCO 20 MB e Ecr. MONO .219.
(com Ecran a CORES mais . 36.
1640 - C/2 Unid. DISK + Ecran MONO.174.
- C/1 U. DISK + 1 DISCO 20 MB e Ecr. MONO . 255.
(com Ecran a CORES mais . 72.
PPC (Portátil) - C/1 Unid. DISK e Ecran LCD 512K .137.
- C/2 Unid. DISK e Ecran LCD 640K cl MODEM .182.
2086 - C/1 Unid. DISK e Ecran MONO. 200.
- C/2 Unid. DISK e Ecran MONO . 209.
- C/1 U. DISK + 1 DISCO 30 MB e Ecr. MONO . 330.
2286 - C/2 Unid. DISK e Ecran MONO. 330.
- C/1 Unid. DISK + DISCO 40 MB e Ecr. MONO . 465.
2386 - C/1 Unid. DISK + DISCO 65 MB e Ecr. MONO .... 885.
(com Ecran a CORES VGA 14" mais . 45.0005 + IVAI
(com Ecran ;
(com Ecran ;
CORES 12" Alta Resol. mais. 80.0005 + IVA)
CORES 14" Alta Resol. mais. 110.0005 + IVAI
Schneider
EURO PC
— Ecran Monocromático . 93.000$ + IVA
— Ecran a Cores. 128.000$ + IVA
— FDD (Drive adicional) 360 KB .... 27.000$ + IVA
— FDD (Drive adicional) 720 KB .... 27.000$ + IVA
— Disco Duro 20 MB . 77.000$ + IVA
PORTÁTIL AT 475 . 000 $ + IVA
. s*
TOWER-AT
Ecran Monocromático
— AT-201 (1D). 187.625$ + IVA
— AT-202 (2Di. 208.050$ + IVA
— AT-220 (ID+Disc 20 MB) . 280.250$ + IVA
— AT-260 (ID+Disc 60 MB). 404.225$ + IVA
C/ Ec. a cores 14" CGA mais . 34.000$ + IVA
C/Ec. a cores 14" EGA mais . 80.275$ + IVA
C/ Ec a cores 14" Multisyncrono mais 127.775$ + IVA
DISQUETES
r
mcmory
SELECT
RPS
DS/DD 5.25" 48 TPI — 85$50 CADA
2D48 CAIXA DE DISQUETES 5.25" 48 TPI MEMORY . 855$ + IVA
2D485 CX. DE DISQUETES 5.25" 48 TPI DS/DD SELECT .2.051$ + IVA
MF2SP CX. PLÁSTICO 3.5" 135 TPI DS/DD SELECT.2.821$ + IVA
2DHDS CX. DISQUETES 5.25" SELECT ALTA DENSIDADE. 3.846$ + IVA
2D96S CX. DISQUETES 5.25" SELECT 96 TPI. 2.350$ + IVA
j MODEMS |-n
PC CARD MODEM
(2400 BAUD). 45.505$ + IVA
MODEM
(2400 BAUD). 56.905$ + IVA
DMP4000 IMPRESS. 200 CPS-132/230 COL.
NLQ . 80.655$ + IVA
LQ3500DI IMPRESS. 160 CPS-80/132
24 AGULHAS . 791705$ + IVA
LQ5000DI IMPRESS. 288 CPS-132/230
24 AGULHAS .
. 127.205$ + IVA
SCHNEIDER
43134
PRINTER 180
9 AGULHAS .
... 42.750$ + IVA
43156
PRINTER 264
24 AGULHAS .
. 159.125$ + IVA
43180
LASER PRINTER
275.000$ + IVA
Calçada do Carmo, n 2 18
1200 LISBOA
EditoriaL
N.° 14
PROPRIEDADE:
PUBLINFOR, Publicações e Comércio de
Artigos de Informática, S.A.
R. Sâo Gonçalo, 967
4800 GUIMARÃES
REDACCÃO, ASSINATURAS, PUBLICI¬
DADE E "CLUBE AM":
Av. da Boavista, 2881 -1 0
4100 PORTO
Telefs. 675395/673992
Telex 27250 P-Fax 678784
DIRECTOR:
Nunes Carneiro
COLABORADORES:
André Campos
António Cardoso
António Torres Martins
Carlos Guerreiro
João Fidalgo
João Paulo
João Pereira
Jorge Ramalheira
Margarida Santoalha
Maria de Lurdes Leite
Mário Leite
Paulo Pinheiro
Rui Mota
REVISÃO:
Fernando Silva
SECRETARIADO:
Carla Fonseca
Josefa Gonçalves
"CLUBE AM"
Luisa Martins
EXECUCÃO GRÁFICA.
EDIÇÕES ASA—DIVISÃO GRÁFICA
DISTRIBUIÇÃO:
ELECTROLIBER
TIRAGEM: 11 500 exemplares
N° PESSOA COLECTIVA: 502.009.870
N° REGISTO D.G.C.S.: 112.959
INFORMÁTICA
PROFISSIONAL
1. Portugal é um dos países europeus com mais baixo índice de in¬
formatização das suas empresas. Situação que tem a ver com vá¬
rias causas, das quais me permito destacar: a dimensão da esmaga¬
dora maioria das empresas, que é, normalmente, pequena ou média;
as resistências culturais à inovação que prevaleceram durante mui¬
to tempo; a inexistência de soluções profissionais de verdadeiro apoio
aos utilizadores finais; e, finalmente, a questão do preço.
Nesta edição da "Amstrad Magazine” abordamos dois temas que
permitem enquadrar a evolução do mercado informático português:
o Amstrad PC 2286 e a Lusicomp.
2. O Amstrad PC 2286 é um computador de elevadas performan¬
ces, ideal para a informatização de pequenas e médias empresas,
trabalhando em monoposto, em rede ou como base de uma solução
multiposto. O "segredo” do seu sucesso no mercado português des¬
de o seu aparecimento em Maio deste ano está, certamente, na sua
óptima relação qualidade/preço.
3. A Lusicomp entrou no mercado profissional português assumindo-
-se como a única interlocutora, responsável pelos diversos estádios
da informatização das empresas: a escolha da solução, a instalação
(de hardware e software), a formação dos utilizadores e o apoio pós-
-venda.
É, sem dúvida, uma inovação na maneira de abordar o mercado in¬
formático. E é também um exemplo a seguir.
4. Voltando ao princípio deste artigo e ao problema da informática
em Portugal. A Lusicomp e o Amstrad PC 2286 são apenas dois
exemplos. Ou melhor, duas certezas: se não quisermos perder o com¬
boio da Europa, temos de assumir uma postura verdadeiramente pro¬
fissional. Nos produtos e na abordagem do mercado.
Nunes Carneiro
AMSTRAD MAGAZINE
SUMÁRlO
1
EDITORIAL
4
NOTÍCIAS
AMSTRAD PC 2286
O novíssimo Amstrad PC 2286 em análise
de António Cardoso.
— O PCW 9512 já dispõe de um alimenta-
dor de papel para a sua impressora de
margarida.
— Mercado Inglês:
Amstrad lidera vendas de Modems
Internos.
A GRANDE
AVENTURA
COMECA
AQUI...
2 AMSTRAD MAGAZINE
RÁ PIDO
ECONÓMICO
CÓMODO
r
0ã
n ■
Consulte as
págs. 25 a 40
e envie já o seu
postal-encomenda
REVISTA DOS UTILIZADORES AMSTRAD
SOFTWARE
DE GESTÃO
A informatização das empresas portugue¬
sas é um passo essencial para 1992.
Uma primeira abordagem do software de
gestão disponível.
Não se esqueça de ver as novidades que
o "Clube AM" tem agora ao seu dispôr.
Rápido, cómodo e económico.
LUSICOMP: uma nova empresa a actuar
no mercado profissional.
A entrevista com o seu Director-Geral, Fer¬
reira de Melo.
«DR. LOGO, SUPONHO?»
O PCW 9512 não para de nos
surpreender.
Norberto Teixeira escreve sobre as
possibilidades do «Dr. Logo».
£/\ CORREIO DOS
OU LEITORES
62 OPINIÃO
63 CARTOON
£/« COMPRO/TROCO/
OH- VENDO
AMSTRAD MAGAZINE 3
NOTÍCIAS
DIRECCÃO-GERAL DE CONTRIBUIÇÕES
E IMPOSTOS:
IMão ao «vírus»
in for má tico
A Direcção Geral de Contribuições e Impostos (DGCI)
assinou um contrato com a Cl.CS—Consultoria Informá¬
tica e Comercialização de Sistemas, Lda., para utiliza¬
ção do ENDEVOR/MVS (Enviroment for Development
and Operations), um produto da MORINO ASSOCIATES
destinado ao controle dinâmico das componentes da apli¬
cação ao longo do processo de desenvolvimento e pro¬
dução de soluções informáticas.
É a primeira instalação deste "software" em Portu¬
gal, situando-se entre as primeiras três dezenas de ins¬
talações na Europa. Constata-se igualmente, que se tra¬
ta da primeira instalação na Administração Pública.
O ENDEVOR impossibilita a penetração de "vírus" no
ambiente de produção e garante as restrições de aces¬
so por utilizadores não autorizados, não havendo, por¬
tanto, quaisquer riscos para a integridade dos dados.
"O ENDEVOR, afirmou Paulo Azevedo (Sub Director-
-Geral da DGCI), vem cobrir a necessidade que temos
sentido há muito tempo, de dispormos de condições téc¬
nicas para exercer um controle, até a um nível bastante
baixo, dos diferentes suportes lógicos.
Como se sabe, temos uma missão de grande respon¬
sabilidade que inclui o manuseamento de dados impor¬
tantes e confidenciais que dizem respeito aos cidadãos
deste país.
A Constituição consagra a privacidade dos dados so¬
bre os cidadãos face à utilização informática dos mes¬
mos, pelo que, atendendo à informação com que lida¬
mos permanentemente, temos de dispôr de meios
avançados que assegurem o seu tratamento eficaz.
ám I * * h
AIYrJMl
REVISTA DOS UTILIZADORES AUSTRAD
RÁPIDO
ECONÓMICO
CÓMODO
Consulte as
pags. 25 a 40
e entie ja o seu
postal-encomenda
Os produtos de que dispúnhamos iam só até a um de¬
terminado nível; não permitiam tratar todos os tipos de
dados e não viabilizavam esquemas de auditoria, que são
possíveis com este produto.
A opção por um produto como o ENDEVOR tem, pois,
como pano de fundo a criação de condições para salva¬
guarda de um bem que se pode considerar de interesse
nacional: "os dados sobre o cidadão."
Fundamental,
para nós,
é o apoio aos clientes.
IBERSISTE — INFORMÁTICA E GESTÃO, LDA.
RUA SIMÕES DE CASTRO, N.° 164 -1° ESQ.°
3000 COIMBRA
CENTRO
PROFISSIONAL,
4 AMSTRAD MAGAZINE
AS CARACTERÍSTICAS
FAZEM A DIFERENÇA
AMSIRAD
PC 2000
Mais importante que o preço
são as características.
Uma vez mais a AMSTRAD
vai conquistar o mercado
- com a série PC 2000.
CARACTERÍSTICAS
AMSTRAD PC 2086
AMSTRAD PC 2286
AMSTRAD PC 2386
Processador Intel
8086 a 8 MHZ
80286 a 12 MHZ
80386 a 20 MHZ
Wait States
—
1/2
0,05
Memória RAM com Verificação de Paridade
640 K
1 Mb
4 Mb
Memória Cache
—
—
64 K a 35 ns
Gestão de Memória
—
UM 4.0
LIM 4.0
Suporte para Co-Processador Aritmético
8Ó87
80287
80387
Unidade de Diskettes
3 1/2” com 720 K
3 1/2” com 1,4 Mb
3 1/2” com 1,4 Mb
Disco Rígido com Interleave de 1 :1
30 Mb
40 Mb
65 Mb
Slots de Expansão Livres
3 de 8 bits
5 de 16 bits
5 de 16 bits
Compatível com a Rede Novel 1 NetWare
Como Posto de Trabalho
Como «Server»
Como «Server»
Sistema Operativo
MS/DOS 3.3
MS/DOS 4.0
MS/DOS 4.0
CARACTERÍSTICAS COMUNS: Resolução VGA. Saída para unidades externas de diskettes e Streamer. Teclado
tipo AT (102 teclas) Português. Rato compatível Microsoft. Segurança do teclado por chave. Windows. GW Basic.
Monitores mono e colorido de alta nitidez (DOT PITCH .28).
&.GUERREJRO
NOTÍCIAS
COMPUTADORES EM HOTÉIS DE LUXO
A existência de um PC e de um fax
nos quartos dos melhores hotéis es¬
tá a tornar-se uma situação cada vez
mais habitual.
Por exemplo, nos Estados Unidos,
há já um PC em mais de 50 mil quar¬
tos. Em Hong-Kong, no Hotel Rama¬
da, 104 dos 501 quartos têm um PC
e um fax.
E em Espanha, no "Ramada Re-
nessancen", há um andar em que
todos os quartos estão equipados
com monitor e teclado.
A informática tornou-se, de facto,
indispensável, e os hotéis, local on¬
de executivos de empresas se insta¬
lam quando em viagem, têm de
acompanhar também esta evolução.
Infelizmente, em Portugal, ainda
não há um único hotel em que os
seus hóspedes possam dispôr de um
PC. Até quando?
PRIMEIRO JORNAL
ELECTRÓNICO EM PORTUGAL
Infoplus Comunicação vai lançar,
em breve, o primeiro jornal electró¬
nico em Portugal. Estarão ao servi¬
ço 24 horas por dia, a edição por¬
tuguesa (Infoplus Telediário) e a edi¬
ção inglesa destinada ao mercado
turístico (Infoplus News Service).
Esta iniciativa da Infoplus Comu¬
nicação integra-se no programa co¬
munitário STAR.
EPSON-FRANCA
ADOPTA PROLÒGUE
Face ao pedido crescente de soluções multi-posto, prin¬
cipalmente no meio PME, a EPSON adoptou o sistema
de exploração PROLOGUE por três razões principais:
—A grande biblioteca disponível de aplicações multi-
-utilizador.
— O lugar preponderante ocupado pelo Prologue no mer¬
cado francês dos sistemas de exploração multi-
-utilizadores.
—A sua maturidade face aos concorrentes directos.
Para além disto, EPSON escolheu a sociedade ITBS pa¬
ra realizar uma versão melhorada e personalizada de Pro¬
logue para os seus PC. Assim, Prologue Epson possui
as seguintes características: um configurador simples e
convivial; uma versão única PC2, PC+ ou AX com a es¬
colha de utilizar uma disquete de 360K ou 1,2M, o te¬
clado de 83 ou 102 teclas; uma gestão mais rápida dos
terminais; a possibilidade de gerir impressoras conecta¬
das aos terminais; a gestão da unidade de segurança;
a gestão de um PC como terminal sob Prologue.
Prologue Epson estará particularmente associado ao ma¬
terial AX (compatível AT3) que lhe confere rendimentos
muito semelhantes aos que se obtém da mini, mas ao
preço da MICRO.Por exemplo, um PC-AX monocromá¬
tico, 640K, disco duro de 20Mo, com Prologue e uma
impressora EPSON FX-1000 (132 colunas) custa, em
França, aproximadamente 47.300 FFr.
euroestudos
ORGANIZAÇÃO E GESTÃO. LDA
Centro Comercial Columbia
A. Júlio Dinis. 12 — 1000 LISBOA
Telef. 77 78 83
CENTRO PROFISSIONAL
AMSTRAD
t
LOJA: 19A
A SUA LOJA SITUADA A
50 METROS DA ESTAÇÃO
DO METROPOLITANO
DO CAMPO PEQUENO
HARDWARE: DISQUETES:
* AMSTRAD * T D K
* ZENITH * BASF
FAX da NISSEI COURIER PORTÁTIL
PERIFÉRICOS: CALCULADORAS CIENTÍFICAS
* AMSTRAD E PROGRAMÁVEIS: CASIO
* EPSON .
(Garantia de 2 Anos)
Aos nossos clientes proporcionamos produtos com:
• Garantia total do constructor e da euroestudos de 12 meses;
• Possibilidade de extensões anuais da garantia e de retoma;
• Assistência rápida por via telefónica, fax ou no local;
• Rapidez de entregas, com possibilidade de instalação.
OFERECEMOS 5% SOBRE O VALOR DE
AQUISIÇAO DOS PRODUTOS APRESENTADOS
NESTE ANÚNCIO*, PARA CRÉDITO EM
FUTURAS COMPRAS NA LOJA EUROESTUDOS.
EXCEPTO SOBRE PRODUTOS EM CAMPANHA MENSAL
6 AMSTRAD MAGAZINE
MERCADO INGLÊS
AMSTRAD LIDERA
VENDAS DE MODEMS INTERNOS
A Amstrad lidera as vendas de Mo¬
dems internos em Inglaterra, revelou
a "ROMTEC REVIEW".
A quota de mercado dos Amstrad
MC 2400 era, em Março, de 43,5%,
a grande distância da segunda mar¬
ca, a Toshiba (com 14,1%).
Peter Roback, da Amstrad, referiu
que "estava encantado com a per¬
formance do MC 2400" que resulta
do facto de "ser um produto muito
bom e com uma óptima relação qua¬
lidade preço".
No mercado global dos modems
(externos e internos) a Amstrad
situa-se no terceiro lugar com uma
quota de 8,6%, logo depois da Ha-
yes (27,9%) e da Miracom (9,6%).
MODEMS INTERNOS
QUOTA DE MERCADO - MARÇO/1989
AMSTRAD 43,5%
PC COMMS BREAKOUT 3,4%
TOSHIBA 14,1%
OUTROS 7,9%
MIRACOM 10,1%
DACOM UNITY 3,8%
DOWTY QUATTRO 13,0%
DATAFLEX 4,2%
Fonte: ROMTEC REVIEW
AMSTRAD MAGAZINE
NOTÍCIAS
ASF 9512:
Esta é uma boa notícia para os utilizadores do PCW
9512: a Amstrad acaba de lançar um alimentador de pa¬
pel para a impressora de margarida.
Juntamente com o alimentador, a Amstrad fornece duas
disquetes com software: uma com o novo "Loco Script"
modificado para usar com o ASF 9512; e uma segunda
com o CP/M e alguns ficheiros alterados para que a ASF
9512 possa também ser utilizado com o CP/M e seus
programas.
Trata-se de uma melhoria assinalável, que proporciona¬
rá uma maior eficiência e rapidez. Além de ser, natural¬
mente, muito mais cómodo.
Portanto, uma boa notícia para todos os utilizadores do
PCW 9512 e mais uma boa razão para os que estavam
hesitantes na comp
8 AMSTRAD MAGAZINE
ATÉ DE UMA CABINA
PODE ENVIAR E RECEBER FAX
O NISSEI COURIER
É O FAX MAIS PE¬
QUENO, MAIS LEVE
E MAIS ECONÓMICO.
E COMO É PORTÁTIL
VAI PARA TODO O
,iiS5
Ima
illg
lf!f I S
|t»t « Si
i " ■ iani
LE i
LADO
DISTRIBUÍDO POR:
COM BATERIAS: 188.900$00
SEM BATERIAS: 174.900$00
(IVA NÃO INCLUÍDO)
f I SOCAKTKI.
TEL, PORTO: 02-9371840
LISBOA: 01-658600
CAPA
AMSTRAD
PC 2286
Uma máquina potente em análise. A
«arma» da Amstrad para o mercado
profissional a um preço
verdadeiramente competitivo.
10 AMSTRAD MAGAZINE
Continuando com sua a política de
inovação, a AMSTRAD lançou, há 1
ano, a Série 2000. Esta série é cons¬
tituída por 3 tipos de equipamentos:
o PC 2086, o PC 2286 e o PC 2386.
O "AT”
DA SÉRIE 2000
Toda a Série 2000 está construí¬
da segundo o standard ISA (Indus-
try Standard Architecture). Durante
o interregno que precedeu o lança¬
mento do PC 1640, muito se espe¬
culou sobre qual o standard que a
AMSTRAD iria adoptar no seu novo
computador. Houve mesmo quem
garantisse o MCA (Micro Channel
Architecture) como o standard esco¬
lhido. O MCA, para além das "van¬
tagens” que ninguém consegue des¬
cobrir, acabou por se revelar pleno
de desvantagens. Entre elas, encon¬
tra-se o factor económico. Visto que
as placas não são compatíveis, todos
os utilizadores que optarem por um
computador com arquitectura MCA,
—depois de terem um PC e terem in¬
vestido em placas—serão obrigados
a refazer todo o investimento, ainda
com a agravante de terem uma gran¬
de probabilidade de não conseguir
encontrar a placa equivalente no
mercado. Até este momento, pare¬
ce que os fabricantes de placas não
estão muito interessados em as de¬
senvolver. Talvez estejam a ter em
conta a proibição da Administração
Americana dos computadores MCA
nos departamentos governamentais.
Talvez tenha sido este um dos facto-
res que levou a AMSTRAD a preferir
manter a compatiblidade com os 20
milhões de PC's existentes em todo o
mundo. Não nos podemos esquecer,
também, que esta tem sido uma das
linhas de orientação desde o lança¬
mento da Série CPC. Os CPC's, para
além de disporem de BASIC residen¬
te, também podiam "arrancar" em
CP/M e trabalhar em DBase II, SC2,
etc. A escolha do MCA teria sido a ne¬
gação desta linha.
Neste artigo ocupar-nos-emos, princi¬
palmente, do modelo médio: o PC
2286.
Este modelo é um compatível "AT".
Se retirarmos a tampa superior vere¬
mos do lado direito, 1 conector de 31
contactos duplos, tipo "PC"; mais 4
de 31 + 18 contactos duplos, tipo
"AT", todos livres. Entenda-se por 31
contactos duplos, 62 contactos inde¬
pendentes e diferentes uns dos outros,
dispostos em duas filas viradas uma
para a outra. O leitor poderá estranhar
que eu escreva 31 + 18, em vez de
49, mas isto está relacionado com a
compatibilidade. Os primeiros 31 (62
no total) comportam-se como um co¬
nector PC independente. Quer isto di¬
zer, que nos 18 adicionais (36 adicio¬
nais no total), apenas estão os
contactos próprios do conector "AT".
Todos os contactos comuns aos dois
tipos estão localizados no primeiro
grupo, o conjunto dos 31. Estes co¬
nectores, tipo "PC" e "AT", também
costumam ser conhecidos por conec¬
tores de 8 e 16 bits, respectivamen¬
te. Neste momento, está a ser estu¬
dada a definição do EISA (Extended
Industry Standard Architecture) por
um consórcio internacional, do quál
faz parte a AMSTRAD, que acresen-
tará os conectores de 32 bits ao stan¬
dard existente. Por enquanto, todos os
equipamentos construídos à volta do
processador 80386, utilizam os co¬
nectores como um 80828, devido a
inexistência do conector de 32 bits.
Esta falta vem colocar o AMSTRAD
PC 2286 como um verdadeiro equi¬
pamento médio. Isto porquê? Todos
os "AT's" são compatíveis "PC", lo¬
go tudo que é possível montar ou exe¬
cutar no 2086, ou em qualquer outro
PC, também o é no 2286. Por outro
lado, todos os computadores equipa¬
dos com o 80386 acabam apenas por
funcionar como "AT", mas mais rá¬
pidos. Então, tudo que é possível
montar ou executar no 2386, ou em
qualquer outro compatível "AT" com
processador 80386, também o é no
2286, salvo versões optimizadas pa¬
ra o 80386 de algumas "packages"
existentes no mercado. Por exemplo,
o "Windows" 386 é uma versão op-
timizada do "Windows" 286.
AMSTRAD MAGAZINE 11
CAPA
RESOLUÇÃO VGA:
*
EXCELENTE
Do lado esquerdo dos conectores
está visível um circuito integrado
quadrado, com uma referência da
Paradise. O adaptador de vídeo des¬
te equipamento é um PVGA (Para-
dise-Video Graphics Array) interno.
Este VGA não está limitado a resolu¬
ção de 640 por 480 pontos a 16 co¬
res simultâneas; se utilizar o monitor
Multi-Sync pode trabalhar com 800
por 600 pontos a 1 6 cores simultâ¬
neas. Se o leitor não necessitar de
tanta resolução, mas duma maior
gradação de cor, pode trabalhar com
as resoluções de 320 por 200 pon¬
tos ou 640 por 400 pontos, ambas
a 256 cores simultâneas seleccioná-
veis a partir duma "pallete” de
262.144 cores. Lembramos o leitor
que a maior parte dos VGA anuncia¬
dos, são apenas MCGA (Multi-Color
Graphics Adapter), portanto, limita¬
dos a 320 por 200 pontos a 256 co¬
res simultâneas. Em termos de tex¬
to, o leitor pode trabalhar com 40
colunas por 25 linhas, a 132 colu¬
nas por 43 linhas, e 100 colunas por
75 linhas, este último só com Multi-
-Sync. Todos os modos de texto tra¬
balham a 16 cores simultâneas. Os
adaptadores HERCULES, MDA, CGA
e EGA são emulados a 100%. A ve¬
locidade de impressão no ecrã é de
4500 caracteres por segundo. Caso
o leitor deseje utilizar um adaptador
externo, o interno pode ser desacti-
vado. Para tal, basta abrir a tampa
inferior e retirar o “jumper'' 29 da
placa principal.
O resto do hardware que nos falta
focar já não está tão visível. Pela
abertura inferior tem-se uma visão
reduzida da placa principal, mas su¬
ficiente. É possível o acesso a todos
os "jumpers", socket do co-proces¬
sador matemático e conectores pa¬
ra expansão de memória sem se des¬
montar o computador.
Relativamente à memória princi¬
pal, é muito maleável: o utilizador po¬
de configurar a memória como de¬
sejar. Por exemplo, o computador
tem de base 1 MB de memória (640
KB convencional mais 384 KB, ex-
tendidos). Mas, se o leitor indicar
que dos 384 extendidos só deseja
utilizar 128, o computador irá utili¬
zar o resto, os 256K, para simular
uma placa LIM. Este exemplo é váli¬
do para qualquer quantidade de me¬
mória. 1 MB é a capacidade máxima
deste equipamento (1 KByte =
1.024 bytes, 1 MByte = 1.048.576
bytes).
DISCO DURO:
40 MB
A BOA VELOCIDADE
O disco duro é mais um dos pon¬
tos fortes deste computador. Apesar
de só ter 40 ms como tempo médio
de acesso, a taxa de transferência de
informação é de 261 KB por segun¬
do. No LOTUS 123, 300 KB são car¬
regados em apenas 20 segundos.
Para isto contribuem vários factores.
Um deles foi a opção pela tecnolo¬
gia RLL (Run Limited Lenght)—em
vez da MFM (Modified Frequency
Modulation)— a qual permite agrupar
26 sectores no espaço onde a MFM
só consegue colocar 17 sectores.
Outro factor decisivo é formatação
com interleave de 1:1 (leia-se 1 pa¬
ra 1). Normalmente, o interleave é
2:1 ou até 3:1. Um interleave de n: 1
significa que o sector com o núme¬
ro seguinte está afastado n secto¬
res. A disposição dos sectores numa
pista a vários interleaves são os se¬
guintes:
12 AMSTRAD MAGAZINE
Formatação a 1:1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
Formatação a 2:1
1
10
2
11
3
12
4
13
5
14
6
15
7
16
8
17
9
Formatação em 2
: 1
1
7
13
2
8
14
3
9
15
4
10
16
5
11
17
6
12
Isto significa, na prática, que o
tempo mínimo de leitura duma pista
completa ser o tempo que o disco le¬
va a fazer 1 volta, 2 voltas, 3 voltas
ou n voltas completas, conforme o
"interleave" é de 1:1, 2:1, 3:1 ou
n:1. Perguntará então o leitor, por¬
que é que não se formata tudo a 1:1 ?
É que se o computador não for sufi¬
cientemente rápido para acompa¬
nhar a cadência o resultado é o in¬
verso, isto é, em vez de diminuirmos
o número de voltas necessárias, au¬
mentamos. Caso o leitor ache o que
disco de 40 MBytes é pequeno, po¬
de optar pelo disco de 65 MB. Sem
"bricolage”, já que a estrutura do
equipamento tem tudo que é neces¬
sário para a montagem ser feita fa¬
cilmente.
Se até agora não temos pontos
fracos para mencionar, falar dos lei¬
tores de diskettes é sinónimo de fa¬
lar sobre maleabilidade. O leitor não
está habituado a ver compatíveis
"PC" ou "AT" abertos, mas quem
o está, vê em 90% dos casos ( se
disséssemos 100%, provavelmente,
não nos enganaríamos) os cabos pa¬
ra o segundo leitor de diskettes sol¬
tos e sem utilidade nenhuma. Na
maior parte dos "PC's" não há es¬
paço no interior para um segundo lei¬
tor, contrariamente aos "AT" onde
esse espaço quase sempre existe.
Quer num caso quer noutro, a mon¬
tagem do segundo leitor passará
sempre, pela requisição de um téc¬
nico especializado, mais a inerente
paragem do equipamento durante o
tempo de intervenção, que não é
contada em minutos, mas sim em
horas. (Para já não falar nos casos
em que o computador ter de ser le¬
vado para os serviços técnicos). O
AMSTRAD PC 2286 tem esses ca¬
bos cá fora. Do lado direito do com¬
putador são visíveis duas tomadas e
um pequeno interruptor. Para efec-
tuar a montagem basta ligar os dois
cabos que saiem do leitor externo,
colocar o interruptor na posição EXT
e acertar a configuração do compu¬
tador com o programa SETUP forne¬
cido na diskette de MS-DOS 1/2 INS-
TAL/SETUP Disk. Também é possí¬
vel a montagem duma Floppy Tape.
Com o modelo utilizado nos testes,
conseguimos salvaguardar 3,2 MB
em 2m 30s. O(s) leitor(es) de base
são do formato 720 KB/ 1,44MB; os
leitores externos da AMSTRAD têm
as referências FD-9, FD-10 e FD-11
com os formatos de 720 KB / 1,44
MB 360 KB e 360 KB 1,2MB, res¬
pectivamente. Este leque de opções
vai permitir trocar ficheiros com qual¬
quer computador.
O equipamento traz, também, co¬
mo é habitual na AMSTRAD, uma
porta CENTRONICS para ligação da
impressora, uma porta série e o "ra¬
to". De assinalar, que o UART (Uni¬
versal Asynchronous Receiver Trans-
mitter) é o 16450, versão para "AT"
do 8250. 0 teclado é mesmo stan¬
dard, tipo "ENHANCED", com 102
teclas. O processador é um 80286
AMSTRAD MAGAZINE 13
CAPA
que funciona a uma frequência de
12,5 MHz.
Resumindo, penso que este equi¬
pamento reune um conjunto de ca¬
racterísticas de base excelente. Po¬
de ser perfeitamente o cerne de
qualquer solução de CAD/CAM, No¬
vell, Multi-Posto, etc., sem que haja
necessidade de acrecentar qualquer
"add-on". Temos, inclusivamente,
conhecimento duma rede Novell, on¬
de existem vários AMSTRAD PC
2286 a funcionarem como "ser-
ver's'' e terminais. Aliás, o autor des¬
tas linhas teve ensejo de assistir à
instalação de um como ''server'' e
não tem registo de que houvesse
problemas. Quanto às instalações
mulit-posto... bem, já lhe "perdemos
a conta".
Realmente, o leque de opções é vas¬
tíssimo, ou melhor, é AMSTRAD.
ANTÓNIO CARDOSO
OS NÚMEROS DA MÁQUINA
UNIDADE CENTRAL
PC2286
Processador
80286
Velocidade do Relógio
12,5 MHz
Estados de Espera
1/2
Memória Principal
16/32 bits
Co-processador Aritmético (opcional)
80287
RAM (Paridade verificada)
1MB
RAM (Cache)
—
Slots de Expansão
5x16 bits
Funcionamento Assíncrono do Bus
Sim
Opção de Disco Rígido com Interleave de 1:1
40MB
Unidades de Disguetes
1,4 MB
Ligação para Unidade Externa de Disquetes 5%, 3Vá, ou Streamer
Sim
Compatível Hercules, CGA, EGA, VGA
Sim
Interface Paralelo Bidireccional para Impressora
Sim
Interface Série RS232
Sim
Relógio e Configuração da RAM, com salvaguarda por pilhas
Sim
Rato-compatível COM e DRV da Microsoft
Sim
Teclado Tipo 'AT' 101/102
Sim
Fecho de Segurança para Teclado
Sim
Comando de Volume de Som
Sim
UM 4.0 incorporado
Sim
Opção de Divisão da RAM em Convencional/Alargada/LIM
Sim
Compatível Rede Novel 1 NetWare
Central
Microsoft®
□ MS-DOS®
4.0
□ Windows™
286
□ GW BASIC™
Sim
MONITORES
PC12MD
PC14CD
PC12HRCD
PC14HRCD
Dimensão do ecrã (diagonal)
12" (30,5cm)
14" (30,5cm)
12" (30,5cm) 14" (35,6cm)
VGA
Sim
Sim
Sim
Sim
Compatível Analógico
Sim
Sim
Sim
Sim
Resolução □ Dot pitch
—
0,42
0,28
0,29
□ 640x480
Sim
Sim
Sim
Sim
Base Móvel
Sim
Sim
Sim
Sim
Anti-reflexo
Sim
Sim
Sim
Sim
Até 256 cores no ecrã
—
Sim
Sim
Sim
Conversão em 64 tons cinzento
Sim
—
—
—
14 AMSTRAD MAGAZINE
PROLOGUE. O Sistema Operativo
para crescer em bases mais sólidas.
PROLOGUE é um sistema multi-utiliza-
dor, multiposto, multitarefa e multicons-
trutor que oferece possibilidades únicas
de rentabilização. Um instrumento indis¬
pensável à gestão moderna que encara a
empresa como uma sinergia de funções
especializadas, em estreita dependência
umas das outras. Um novo conceito de
trabalho em grupo. PROLOGUE pro¬
porciona os baixos custos e a simplici¬
dade da micro-informática, por um lado,
bem como as elevadas performances e a
segurança do sistema multiposto, por
outro. Garante ainda a gestão evoluída
de ficheiros, com constante actualização
dos dados.
PROLOGUE é, assim, a base mais sólida
para o crescimento da sua empresa.
■ ■P-MMMIMIB riii
S m .. !■»«■■■»«* 4i-
■ |
■■h- i mm i mm -n ui
i I «r ii ui
■■ M . 4\ J ■■
ir «■■■■■
■ -8® *■■■■■■
SopSÍ- SOCIEDADE PORTUGUESA DE SISTEMAS DE INFORMÁTICA, S. A.
AV DA BOAVISTA. 2881-2 - 4100 PORTO
ouuMunov wwkiun «ao
hmmh
SOFTWARE—HOUSE
PRESTE ATENÇÃO
M
VOCÊ SABIA QUE PODE COMPRAR O SEU EQUIPAMENTO
DE INFORMÁTICA E PAGAR ATÉ 36 MESES
COM OU S/ ENTRADA INICIAL?
N AO! N AO E COMPRA EM GRUPO OU LEASING!
É UMA LINHA DE CRÉDITO ESPECIAL PARA SI.
VAMOS EXPLICAR-LHE COMO É:
1. ° — Você vem até nós para escolher o equipamento.
2. ° — Preenche um breve questionário e entrega-nos uma
declaração de vencimento.
3. ° — E PRONTO! Cerca de Trinta dias depois terá o
equipamento com que sempre sonhou.
VEJAMOS DOIS EXEMPLOS:
Philips New Media Systems
COMPUTADOR NMS XT
1 Drive 3V2
1 Disco 20 Mb
Teclado 84 teclas
Monitor monocromático
PRONTO PAGAMENTO 230 000S00
OU
36 MENSALIDADES DE 9 154S00
COMPUTADOR IMMS AT
1 Drive 3 Vz
1 Disco 20 Mb
Teclado 101 teclas
Monitor monocromático
PRONTO PAGAMENTO
OU
36 MENSALIDADES DE
419 000S00
16 675S00
TODOS OS VALORES MENCIONADOS ESTÃO SUJEITOS AO IVA (17%)
ENTÃO PORQUE ESPERA?
HELGRR inFOPmRTICf —Calçada das Necessidades, 56-1.° Esq.° - Tel. 662144
ACTUAL
A grande
aventura começa
aqui...
A informática entrou, decidida¬
mente, nas nossas vidas. E esta rea¬
lidade levou a que, como sempre,
houvesse diversas reacções a este
fenómeno. Pessoas houve que ade¬
riram entusiasticamente; outras,
mais cépticas, mantêm reservas. Pa¬
rece ser um facto que, hoje, são ca¬
da vez mais as pessoas que usam
e/ou compram o seu próprio compu¬
tador pessoal. Contudo, esta é uma
situação completamente nova.
Quem pensaria, há três ou quatro
anos, que o acesso à informática se
tornaria tão facilitado como o é hoje?
AMSTRAD MAGAZINE 17
ACTUAL
O grande "Boom”
Há alguns anos atrás, a população
do nosso país podia ser dividida em
dois grupos distintos. De um lado es¬
tava a gente nova e familiarizada
com os computadores; não tinham
medo deles e faziam coisas extraor¬
dinárias. Do outro lado, estavam
pessoas que não conseguiam distin¬
guir um teclado do outro, que se res¬
sentiam perante a ''intrusão'' destas
novas máquinas na sua vida e no seu
emprego; era este o grupo que mais
resistência oferecia (e oferece...) à
informatização. No curto espaço de
2 ou 3 anos anos, esta situação
alterou-se, podendo detectar-se o
aparecimento de um terceiro grupo:
os ''quase-tecnocratas''. Continua¬
mos a ter os "tecnocratas'' (que tu¬
do sabem acerca de computadores)
e os "tecnofóbicos" (que têem me¬
do deles).
O terceiro grupo, os "quase-
-tecnocratas'', são talvez a maioria.
São aqueles que reconhecem a im¬
portância da informática e os bene¬
fícios que ela pode proporcionar nas
nossas actividades profissionais e
pessoais. Mas não conhecem bem o
hardware nem o software para de¬
les tirarem todo o partido. Os
"quase-tecnocratas'' pretendem ter
sucesso com os computadores. Al¬
guns deles compraram mesmo um
computador pessoal na expectativa
de saberem mais sobre essas máqui¬
nas. No entanto, falta-lhes o conhe¬
cimento, a perícia ou a confiança pa¬
ra pegar nelas e dominá-las.
A Amstrad tem muitas responsa¬
bilidades no aparecimento e cresci¬
mento deste terceiro grupo. Foi, sem
dúvida, a Amstrad que tornou a in¬
formática ao alcance de todos no
nosso país. Este artigo dirige-se a
esses milhares de "quase-tecnocra¬
tas" que possuem ou usam regular¬
mente um Amstrad PC 1512 ou
1640 e gostavam de saber mais so¬
bre a sua forma de trabalhar em dois
aspectos essenciais: o hardware e o
software.
Entrar e sair
Aos que têm medo dos computa¬
dores devemos lembrar um facto tão
simples como este: os computado¬
res não são inteligentes. Pelo contrá¬
rio, eles são até bastante primários
(há até alguns sistemas que são cha¬
mados terminais não inteligentes...)
e sem uma intervenção externa, não
servem para nada. Mesmo depois de
ligados à corrente, é necessário que
alguém lhes indique o que devem fa¬
zer e como. "Lixo para dentro-lixo
para fora" é uma frase que lembra
um dos mais importantes princípios
da informática. Se ninguém introdu¬
zir informação no computador, ele
não pode trabalhar. Se lhe for intro¬
duzido qualquer elemento que ele
não entenda—lixo na sua terminolo¬
gia—ele apenas devolve lixo. Não
há, pois, qualquer pensamento ou
raciocínio. Por isso, desde início, de¬
vem os "quase-tecnocratas" assu¬
mir uma postura de superioridade
perante o computador. Devem ter
sempre o controlo da situação, o que
não é difícil porque o computador
apenas faz aquilo que lhe for dito pa¬
ra fazer. E como é possível dar ins¬
truções ao computador? Simples:
utilizando o periférico que possibili¬
ta a entrada de informação da mes¬
ma forma como se se comunicasse
com outra pessoa. Para comunicar¬
mos nós utilizamos a linguagem ver¬
bal ou gráfica, que é, justamente,
uma sequência de letras e números
colocados de acordo com regras de¬
finidas tal como o computador.
A forma normal de introduzir da¬
dos num computador é introduzi-los
através do seu teclado ou utilizando
periféricos especiais como o joystick
e o rato. Como resultado desta ac¬
ção, o computador pode querer co¬
municar consigo, o que fará, normal¬
mente, através do seu ecrãn, que
não é mais do que um ecrã de tele¬
visão de sala, embora possa utilizar
o som na forma de apitos ou asso¬
bios. E, tal como nós, o computador
tem capacidade de decisão situada
entre a entrada e a saída. Em gíria in¬
formática, isto é conhecido como
CPU, Unidade Central de Processa¬
mento. Nós, humanos, chamamos-
-Ihe cérebro.
Um último ponto nesta volta pelo
18 AMSTRAD MAGAZINE
sistema. Nós somos capazes de pro¬
duzir várias acções pois o nosso cé¬
rebro tem a capacidade de não es¬
quecer os processos importantes-
os programas. Dado que os compu¬
tadores não são inteligentes, têm
que ser programados se quisermos
que eles executem alguma opera¬
ção.
Uma das funções mais importan¬
tes dos computadores é a sua capa¬
cidade de guardar informações e
possibilitar a sua consulta e/ou alte¬
ração em tempo oportuno. Nos pri¬
mórdios da informática, este arma¬
zenamento era feito usando fitas de
papel perfurado, onde os buracos si¬
mulavam o pressionar das teclas no
teclado. Obviamente, isto limitava o
número de instruções que podiam
ser guardadas e aumentava considera¬
velmente o tempo gasto para produ¬
zir o programa. Computadores mais
recentes armazenavam alguns milha¬
res de instruções numa banda mag¬
nética.
A seguir surgiram as disquetes,
por vezes chamadas de discos flexí¬
veis (floopy disks) devido às suas ca¬
racterísticas mecânicas. Os compu¬
tadores vêm, normalmente, equipa¬
dos com um ou dois leitores de dis¬
quetes (drives).
Para completar esta descrição,
não podemos esquecer o mecanismo
ultramoderno de guardar informa¬
ção: os discos rígidos. Estes são
exactamente como as primeiras dis¬
quetes mas, devido à forma como
são produzidos, podem guardar mui¬
tíssima mais informação. Uma dis¬
quete de 5,25” de um Amstrad po¬
de armazenar 360 mil bytes; qual¬
quer disco rígido vulgar pode guar¬
dar 30 milhões ou mais.
Programas de dados
Os computadores trabalham, pois,
com instruções fornecidas através do
teclado. Hoje em dia, é cada vez
mais frequente que as instruções se¬
jam fornecidas a partir do disco rígi¬
do pré-programado que contém a to¬
talidade das instruções necessárias
para que a máquina desempenhe
uma tarefa determinada.
No que diz respeito a programas
(software), podemos falar acerca de
processadores de texto, folhas de
cálculo, bases de dados, criadores
de gráficos, simulações educacio¬
nais, jogos, etc. Cada uma destas
aplicações necessita de um conjun¬
to diferente de instruções. Mas ca¬
da conjunto deve ser introduzido da
mesma maneira no computador. Co¬
mo isso pode-ser feito, vê-lo-emos
mais à frente.
Quando ligamos o computador,
normalmente aparece a letra A' ou
a letra C' (se tiver disco rígido). Será
apenas isto que o computador é ca¬
paz de fazer? Claro que não. Acon¬
tece que ainda não lhe foi transmiti¬
da qualquer ordem para executar
uma tarefa. Suponhamos que o lei¬
tor tinha sido programado para sal¬
tar cada vez que ouvisse a palavra
"salta”. Então, deveria sentar-se à
espera que alguém ou alguma coisa
lhe dissesse essa palavra, lhe desse
essa instrução. Os computadores
funcionam exactamente assim. Eles
ficam "sentados”, com o cursor a
piscar, até que lhe introduzam da¬
dos. Só depois disso é que eles "sal¬
tam” para a vida e começam a agir
como se fossem inteligentes. Através
do teclado ou do disco fornecemos
dois tipos de informação: primeiro,
a informação do programa que indi¬
ca ao computador o que deve fazer
em determinadas circunstâncias; o
segundo, os dados (números, letras
ou ambos) sobre os quais o compu¬
tador trabalha.
Podemos, através do teclado, ins¬
truir o computador para fazer tudo.
Mas existe um grande problema: a
forma como comunicamos ideias e
conceitos entre nós não é a mesma
que a utilizada pelo computadores.
Nós usamos um sistema de lingua-
AMSTRAD MAGAZINE 19
ACTUAL
gem de alto nível, cheio de varian¬
tes e sinais. 0 computador trabalha
num sistema simples de interrupto¬
res electrónicos muito rápidos. Algo
terá de fazer a tradução entre a nos¬
sa linguagem e a do computador. A
estes "tradutores" chamamos "lin¬
guagens de computador".
Existem dezenas de linguagens de
computador, cada uma delas tradu¬
zindo de uma forma diferente. Uma
das mais duradoiras foi escrita espe¬
cialmente para os novatos da infor¬
mática: o BASIC (Beginners All
Symbolic Instruction Code). Aversão
2 do Basic é fornecida com os Ams-
trad.
Em primeiro lugar, devem ser fei¬
tas cópias de segurança de todas as
disquetes que acompanham o Ams-
trad PC. As disquetes com as cópias
de segurança devem ter uma etique¬
ta igual às originais e devem ser
guardadas em local seguro.
Agora é altura de carregarmos o
Basic 2, que é uma aplicação basea¬
da no GEM.
Instalar o GEM
Usar o Basic 2
O GEM é a sigla de Graphics Envi-
ronment Manager. Foi incluído nos
Amstrad por ser um óptimo sistema
de comandos de facílima utilização
para os que estão, pela primeira vez,
a trabalhar com um computador.
Infelizmente, se o GEM é fácil de
usar, não é tão fácil de instalar, já
que envolve diversos procedimentos
de troca: meter disquetes no drive e
retirá-las em intervalos frequentes.
Provavelmente, a forma mais fá¬
cil de instalar o GEM é inserir a dis¬
quete vermelha (disk 1) no drive A:
e digitara palavra "mouse", pressio¬
nando em seguida a tecla "Enter".
Esta operação permite que o rato tra¬
balhe como as teclas e como cursor.
Em seguida, digite "Gem" e pres¬
sione a tecla "Enter". Siga as instru¬
ções que aparecem no ecrã. Quan¬
do obtiver a instrução de "Click on
OK", desloque o rato sobre a sua se
cretária e verá uma seta deslocar-se
no ecrã. Quando tiver substituído a
disquete de Startup pela de Desktop,
posicione a seta por cima do "OK"
e pressione o botão esquerdo do ra¬
to uma vez isto é, o click.
Aparecem, então, os gráficos do
GEM. Desloque a seta para cima do
cone "Basic 2" e prima rapidamen¬
te (duas vezes) o botão esquerdo do
rato. Depois, posicione a seta no co¬
ne da letra B-Basic.
APP e volte a premir rapidamente
(duas vezes) o botão esquerdo do ra¬
to. Está assim carregado o Basic 2.
No Basic 2 pode ver agora três
rectângulos (janelas). No topo es¬
querdo, existe a janela de "Diálogo"
onde se podem juntar as instruções
para o computador correr o pro¬
grama. É também nesta janela que
existe uma outra onde nos é indica¬
do o que está a acontecer na pro¬
gressão do programa. No canto in¬
ferior esquerdo, encontra-se a jane¬
la de "Edição", na qual se podem
digitar as instruções do programa. Fi¬
nalmente, no lado direito, está a janela
da apresentação de "Resultados".
Cada uma destas janelas pode ser
activada se deslocar a seta para o
seu interior e premir o botão esquer¬
do do rato. Tente o seguinte: active
a janela de "Edição" e digite
10 input "quantia", qnt
20 input qnt,qnt* 1.17
30 goto 10
Não se esqueça de premir a tecla
"Enter" no fim de cada linha. Repa¬
re que o Basic transforma, automa¬
ticamente, as letras minúsculas de
comando em maiúsculas.
Posicione, agora, a seta na janela
de "Diálogo" e prima o botão es¬
querdo do rato para a activar. Digite
"Run" e prima a tecla "Enter". O
programa deve avançar.
Os resultados
Se o leitor procedeu correctamen¬
te até aqui, verá a palavra "quantia"
20 AMSTRAD MAGAZINE
na janela de "Resultados”. Bastará
agora introduzir qualquer número
(nenhuma letra) e premir a tecla de
"Enter" para que o programa pro¬
cesse o dado. Na linha seguinte,
aparece novamente o seu número e
o resultado da sua multiplicação por
1.17. Por outras palavras, o leitor
tem um rudimentar calculador do
IVA. Quando estiver cansado de cal¬
cular o IVA com o Basic 2, desloque
a seta para a palavra "File" que es¬
tá no topo esquerdo do ecrã.
Desloque-a, depois, para a palavra
"Quit" e prima, novamente, o botão
esquerdo do rato. Quando aparecer
uma caixa com "OK", prima uma
vez mais o botão esquerdo do rato.
Quando regressar ao GEM, desloque
a seta para a palavra "File" e na op¬
ção "Exit to Dos", prima o botão es¬
querdo do rato.
Volta à situação em que estava an¬
tes da sua incursão pelo GEM e pela
programação.
O Básico da memória
Um dos principais temas com que
os recém-chegados à informática se
vêem a braços diz respeito à memó¬
ria da máquina. Imagine o leitor que
a unidade central do computador
tem centenas ou mesmo milhares de
gavetas nas quais vai poder guardar
informações. Cada uma destas ga¬
vetas chama-se "byte" e pode guar¬
dar um caracter. Um "K” (kilobyte)
é, aproximadamente, 1000 bytes.
Ou, mais precisamente, 1024 bytes.
Por exemplo, o Amstrad PC 1512
tem 512K de memória disponível pa¬
ra guardar informação, enquanto o
Amstrad PC 1640 tem 640K.
Temos, no entanto, um distinção
importante a fazer: entre a memória
que está disponível para guardar in¬
formação (texto, números e mesmo
programas), e a memória disponível
para que o computador se compor¬
te como tal (ler e organizar a infor¬
mação do teclado, por exemplo).
A Memória de Acesso Aleatório
(RAM-Random Acess Memory) é a
memória que está disponível para si.
É assim chamada porque o utilizador
pode, quando o desejar, abrir a "ga¬
veta" da memória que desejar. Infe-
lizmente, a RAM é volátil. Quando se
desliga a máquina, a memória perde-
-se. Deve, por isso, guardar-se a in¬
formação no disco disco rígido ou
em disquetes.
Temos ainda a Memória Só de Lei¬
tura (ROM-Read Only Memory) que,
como o próprio nome indica, é a me¬
mória própria para que o computador
possa operar. Apenas serve para a
leitura do computador e não pode ser
alterada já que está gravada em cir¬
cuitos dentro da máquina.
O Básico da salvaguarda
Para sua protecção, nunca utilize
os programas nas suas disquetes ori¬
ginais; pode estragar-se e perde-se
o programa. Faça sempre uma cópia
de segurança das disquetes originais
para outras. Este é o processo co¬
nhecido por "backup".
Para fazer um backup, introduza a
disquete original (source diskette) no
drive da esquerda (drive A:).
Assegure-se de que a ranhura gran¬
de da disquete entra primeiro no dri¬
ve e que o corte lateral da capa está
do lado esquerdo. Pressione a dis¬
quete com cuidado e feche a porta.
Digite, então:
DISKCOPY A: B: (E prima a tecla
"Enter")
Se o computador tiver dois drives,
a disquete alvo—target diskette—
deve estar no drive do lado direito,
o drive B:.
A tecla "Enter" e a tecla "Return"
(tecla com uma seta dobrada para a
direita, no centro do teclado) enviam
o comando que acabou de ser digi-
AMSTRAD MAGAZINE 21
ACTUAL
tado para a Unidade Central de Pro¬
cessamento. Esta carrega então as
instruções para fazer a cópia exacta
de uma disquete para outra. Siga as
instruções que aparecerem no ecrã
e não há possibilidade de se enga¬
nar. (No próximo número da "Ams-
trad Magazine”, publicaremos um
artigo dedicado, exclusivamente, aos
sistemas de backup.)
Nascimento do PC
Finalmente, uma pequena resenha
da evolução da microinformática nos
últimos anos.
As evoluções mais recentes da in¬
formática surpreendem-nos tanto
mais quanto nos lembramos que os
computadores apareceram há ape¬
nas dez anos. Foi quando a Commo-
dore introduziu o PET (Personal Elec¬
tronic Transactor) na Grã-Bretanha.
O PET tinha um teclado minúsculo,
8K de memória RAM e integrado um
gravador audio de cassetes, nas
quais podiam ser guardados progra¬
mas e dados. E, além disso, só po¬
dia ser comprado em lojas especiali¬
zadas e a um preço muito elevado.
Até que, em 1980, Clive Sinclair
introduziu o pequeno ZX80, seguido,
um ano depois, pelo ZX81. Estes
modelos foram vendidos em grandes
armazéns a preços acessíveis. De tal
maneira que estiveram presentes em
muitos sapatinhos nesse Natal... São
estes computadores que tornaram a
informática, de facto, popular. Mui¬
ta gente depressa se apercebeu dos
benefícios destes "micro-micros”,
que se tornaram uma verdadeira mo¬
da, senão mesmo euforia.
Na Inglaterra, por exemplo, foi lan¬
çado com enorme sucesso o BBC
Micro, que foi designado para acom¬
panhar uma série da televisão britâ¬
nica sobre o uso dos micros. Ainda
não era, propriamente, um PC, mas
sim o primeiro degrau de uma esca¬
da que cresceu rápida e vertiginosa¬
mente.
O ano de 1983 marca outra data
importante: nos Estados Unidos, a
IBM lança o seu computador pes¬
soal, em Março. Este pioneiro e an¬
tecessor dos modernos Amstrad ti¬
nha 64K de memória RAM, dois
drives de disquetes de 160k e cus¬
tava a módica quantia 700 contos
Na Europa, os distribuidores compe¬
tiam arduamente para serem os pri¬
meiros a importar as últimas versões
do software para aquele que prome¬
tia tornar-se na máquina standard da
indústria informática. E, como hoje
sabemos, o PC depressa se guindou
ao topo dos negócios enquanto, ao
mesmo tempo, se adoptava a com¬
patibilidade IBM. Contudo, a ascen-
ção meteórica do PC não se ficou a
dever aos esforços da IBM. Pelo me¬
nos durante os primeiros anos, a IBM
tentou sempre manter uma conside¬
rável exclusividade. A criação e de¬
senvolvimento do standard IBM
deveu-se, sobretudo, a outros cons¬
trutores que produziam melhores
máquinas e que, ao mesmo tempo,
estavam em conformidade com uma
determinada consistência de opera¬
ção. Dentre estes construtores te¬
mos que destacar a Amstrad, que
foi, de facto, uma das mais bem su¬
cedidas neste campo.
Em 1986, apenas seis anos depois
do ZX80 e três depois do primeiro PC
da IBM, surge o modelo que revolu¬
cionou o mercado: o Amstrad PC
1512. Seguido de perto pelo Ams¬
trad PC 1640 e a gama portátil (os
PPC 512 e 640) e, em finais de
1 988, pela série Amstrad PC 2000.
Todos estes modelos são baseados
no standard IBM e podem usar pro¬
gramas (software) e equipamento
(hardware) compatíveis IBM. Mas a
preços Amstrad...
22 AMSTRAD MAGAZINE
INFORPOR
VI EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL DE INFORMÁTICA
E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO
26 a 29 de Outubro de 1989
LOCAL
FIL — Feira Internacional de Lisboa
Praça das Industrias
HORÁRIO
15.00/18.00 — Exclusivamente para pro¬
fissionais
18.00/23.00 - Público
PARA MAIS INFORMAÇÕES:
CERTAME. LDA.
Rua Arco do Carvalhão, 1 - 2.° Dt°.
1000 LISBOA
Telef.: 65 75 20/24/88
Telex.: 64277 CERTAM P
Telefax: 69 14 93
O CERTAME
Feiras exposições e congressos, Lda
CD
Associação Portuguesa de Informática
Feira Internacional de Lisboa
AGORA MAIS LIVROS
PARA SI...
flMMMI DE INTRODUÇÃO
MS COMPUTADORES
VEJA NAS PAGINAS 25 A 40
Kl'KOI* \
A'IKK K A
PEDRO GUERREIRO
EUROPA
AMÉRICA
AMSTRAD
D C 2000
E R I E S
PC 2086
QUEREMOS QUE A INFORMÁTICA
CHEGUE A TODOS
PEÇA-NOS UMA VISITA
Q)melo
^^INFORMÁTICA
JOSÉ DE MELO & SILVA, LDA.
ESCRITÓRIO: Rua Bernardim Ribeiro. 15—1100 LISBOA
LOJAMELO: Rua Gonçalves CresD 0 . 18 -C — 1 100 LISBOA
LOJA ZODÍACO: Rua Conde Redondo, 5 - Loja C — 1100 LISBOA
Telefones:54 99 04 - 52 56 69 — Hor: 9.30 - 19.30h. - 2* a 6 *
Í9 • i ./ . ! ITT • r- -r-"»
PC 2386
REVISTA DOS UTILIZADORES AMSTRAD
•Ti
WjAGAZINE
FREE-SOFT
PROGRAMAS DISPONÍVEIS
VER DESCRIÇÃO NOS NÚMEROS ANTERIORES
DA AMSTRAD MAGAZINE
FS-101
O
BUGS
FS-102
O
PINBALL
FS-103
O
PITFALL
FS-104
O
POKER MACHINE
FS-105
O
PYRAMID
FS-106
O
RAIN
FS-107
o
ROCKETS
FS-108
o
XWING
FS-109
o
MAHJONG
FS-110
o
MATH PAK
FS-111
o
EPISTAT
FS-112
o
MAHJONG
— para ecrã EGA
FS-113
o
ALLMAC
FS-114
o
ICON MAKER
FS-115
o
ALTAMIRA
— editor gráfico
FS-116
o
DRAW POKER
FS-117
o
PIANO MAN
FS-118
o
UTILITÁRIOS PARA
ECRÃS EGA
FS-119
o
WORLD
FS-120
o
MUSIC
FS-121
o
PAINT
FS-122
o
FXMATRIX
FS-123
o
BIORRITMO
VERSÃO 3.0
FS-124
o
TAROT
FS-125
o
BLACK JACK
FS-126
o
GIN RUMMY
FS-127
o
EDWIN
FS-128
o
MONOPOLY
FS-129
o
ANSIDRAW
FS-130
o
CASIOZ
FS-131
o
BIORRITMO
PESSOAL
FS-132
o
BACCARAT
FS-133
o
ICHING
FS-134
O
FS-135
O
FS-136
O
FS-137
O
FS-138
o
FD-904
o
FS-140
o
FS-141
o
FS-142
o
FS-143
o
FS-144
o
FD-901
PI
FD-902
FD-903
FS-145
FS-146
FS-147
FS-148
FS-149
FS-150
E CP/M 2.2
PARA CARTA
GRÁFICA HERCULES
STAR-SAK
PC-SIZE
FORGET-IT
PC-PLAN
PC-EMS
PC-MULTI
PC-PITMAN
◦ TRIVIA MACHINE
O UTILITÁRIOS
PARA O WORDSTAR
O FRED
◦ BAS-INIT
O YAHTZEE
O DGEDIT-EDI. PESSOAL
O L5
O SHORTIES
26 AMSTRAD MAGAZINE
FREE-SOFT
/ ' o>d rr\U^
sidade há no qJ? n e c
m mando de E n Um
l" ha do oos par -
r
SO \
ms?s?
Sam afraués ?o í° me ^0
e *° Ssa ltar d e a J° P°s-
m Sector, a , dlre ctori a
nada a Z[ ace não
« »™ 9 S- «M
VirBctnri** .
n °^Tí
ficheiro
^ instruZ D ° S DOl
das de instaL° e - s de talha
mesm 0 stala P a °eusoZ
RF - : F.S.
752
AMSTRAD MAGAZINE 27
CLUBE AM
aprenda você mesmo...
D BASE III™- LOTUS 123 - PC/MS-DOS
A QUALQUER HORA, EM QUALQUER LUGAR...
APRENDA
VOCÊ MESMO
LOTUS 1-2-3
FÁCIL PARA TODOS
Divididos em vários módulos, os cursos APRENDA VOCÊ
MESMO tornam-se muito flexíveis.
Acabam-se os horários rígidos. Os alunos estudam quando
têm tempo, repetindo as lições até se familiarizarem com o
tema.
A aprendizagem faz-se ao ritmo individual de cada um e
pode fazer-se em qualquer sítio onde exista um computador.
Funcionando com os computadores mais populares, os cur¬
sos podem ser partilhados por várias pessoas que, assim,
estabelecem o horário que mais lhes convém.
Mas uma das grandes vantagens dos cursos APRENDA VOCÊ
MESMO, é que foram especialmente concebidos para se adap¬
tarem aos diferentes níveis de conhecimento dos formandos.
CONTEÚDO
Como indica a própria designação APRENDA VOCÊ MESMO,
os cursos são facilmente utilizáveis pelo próprio formando, sem
necessidade de um instrutor.
Basta introduzir uma disquete no computador e seguir as ins¬
truções visíveis no écran. Isto torna os cursos altamente aces¬
síveis, mesmo para as pessoas sem quaisquer conhecimentos
de informática.
Além disso, todo o conteúdo é apresentado em português
não existindo, portanto, as barreiras linguísticas habituais nas
novas tecnologias.
DOS CURSOS
• LOTUS 1-2-3
Noções de base
- Movimentos
- Números e textos
- Fórmulas e cálculos
- Copiar
- Guardar o trabalho
- Janelas
- Edição dos dados
- Gráficos
- Base de dados
- Macros.
REF. 401
• d BASE III PLUS
Noções sobre a base de dados
- Íntrodução/Visualização/Criação/
Modificação
- Busca de registos
- índice
- Impressão
— A gestão de menus
- O cálculo
- A programação
- Introdução de dados
- Leitura de dados
- Ordenação ref. 402
APRENDA
VOCÊ
MESMO
PC/MS - DOS
REF. 400
19.900500
APRENDA
VOCÊ
MESMO
LOTUS 1-2-3
REF. 401
IS.900500
APRENDA
VOCÊ
MESMO
d BASE III +
REF. 402
19.900500
(Não
se esqueça de indicar o formato das disquetes
USE POSTAL N.° 4
28 AMSTRAD MAGAZINE
CLUBE AM
EUROPA
AMÉRICA AS VANTAGENS
__ DO COMPATÍVEL
OJADOUTim
DO
~r
ii
O Amstrad PC 1512 teve uma notável entrada no mundo dos compatí¬
veis IBM. Dois sistemas de exploração (MS-DOS e Dos Plus), um integrador
(GEM), um potente BASIC e um editor gráfico (GEM Paint) tornam o PC 1512
num dos microcomputadores com maiores possibilidades.
Este livro foi concebido quer como guia do utilizador quer como manual
de referência. Um capítulo especial é dedicado à comunicação.
GUIA DO UTILIZADOR AMSTRAD REF. 914, 990S00
AMSTRAD MAGAZINE 29
CLUBE AM
MANUAL DE INTRODUÇÃO
AOS COMPUTADORES
A cultura tecnológica desempenha, na sociedade dos
nossos dias, um papel cada vez mais fundamental. O
presente Manual de Introdução aos Computadores, de
Ellen Richman, incide .sobre uma das áreas mais rele¬
vantes dessa cultura, que é a que diz respeito à utiliza¬
ção de computadores e, em particular, de
computadores pessoais.
A autora apresenta de modo claro e sucinto as princi¬
pais aplicações dos computadores (processamento de
texto, base de dados, folhas de cálculo, etc.), bem como
alguns aspectos de programação elementar numa lin¬
guagem adequada a pequenos programas simples: o
BASIC.
A clareza e o rigor do texto permitem a utilização deste
livro por crianças, jovens e adultos que pretendam
adquirir a "literacia computacional" indispensável ao
uso da informática
REF. 910 1 400500
Conhecer
Melhor
O BASIC
Actualmente, todos os microcomputadores
e muitos dos computadores clássicos são pro¬
gramáveis em Basic. O domínio desta lingua¬
gem tornou-se assim imprescindível a um nú¬
mero cada vez maior de pessoas que, por razões
profissionais ou meramente lúdicas, recorrem
dia a dia ao computador.
Para além de constituir uma introdução cla¬
ra e acessível à linguagem Basic, o presente
livro de Alain Checroun — professor da Uni¬
versidade de Paris-Dauphine — inclui ainda
quinze exemplos de aplicação que cobrem cam¬
pos tão variados como a classificação de dados
estatísticos, o cálculo de um integral, o traçado
de um histograma, o jogo das damas ou a simu¬
lação do jogo do loto.
REF. 911
880500
30 AMSTRAD MAGAZINE
JOHN SINCLAIR
PMUUClES EMIOPâ AMERICA
Dii-lhe como deve equipar
o escritório electrónico
Ajuda-o a resolver pro¬
blemas resultantes da
introdução de novas
tecnologias
O ESCRITÓRIO
ELECTRÓNICO
A organização do escritório e a forma
como o trabalho aí se realiza têm vindo a
sofrer rápidas alterações, em consequência das
novas tecnologias. Actualmente, e mais do que
alguma vez foi necessário, o pessoal de escri¬
tório precisa de ser flexível e capaz de se
adaptar a novos métodos de processamento
da informação. O presente texto é ideal, tanto
para estudantes como para os trabalhadores
de escritório que necessitem de uma intro¬
dução esclarecida ao processamento no escri¬
tório electrónico. O autor dá a conhecer aos
leitores certos conceitos sobre o processa¬
mento da informação, explicando como as
novas tecnologias podem conduzir a resulta¬
dos mais interessantes.
PREÇO: 1 450S00 REF. 913, postal 3
TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO
PASCAL
Este é um livro de programação em Pascal, o que significa que
é de programação e, ao mesmo tempo, sobre a linguagem Pascal.
Não se trata de uma obra que por acaso usa o Pascal como meio
de suporte à descrição dos algoritmos. É claro que as técnicas e os
princípios expostos podem, em princípio, aplicar-se à programação
noutras linguagens da mesma família. No entanto, os programas
que se vão desenvolvendo traduzem a convicção de que, ao pro¬
gramar uma linguagem, deve tentar-se usá-la o mais eficazmente
possível. A informação aqui contida é suficiente para resolver a
maior parte das dúvidas de natureza sintáctica ou semântica que
se possam levantar quando se programa em Pascal.
O livro é concebido para um público de nível universitário, dos
primeiros anos dos cursos superiores, onde a aprendizagem da
programação de computadores se faça por intermédio do Pascal.
A sua organização permite torná-lo utilizável no âmbito de cadei¬
ras de Introdução aos Computadores e Programação, mas também
no de cadeiras de programação de carácter mais amplo.
A obra é composta por três partes: na primeira, faz-se uma
passagem inicial pela linguagem Pascal, através de problemas de
programação que permitem pôr em movimento todos os principais
elementos da linguagem; na segunda, estudam-se de maneira sis¬
temática algumas das principais técnicas de programação de uso
geral; na terceira, apresentam-se alguns exemplos substanciais de
programação em Pascal, que são desenvolvidos do principio até ao
fim. utilizando as técnicas estudadas.
PREÇO: 1 970S00 REF. 912, postal 3
AMSTRAD MAGAZINE 31
CM1 — CONJUNTO DE
5 JOGOS SORTIDOS
PARA CPC
PREÇO: 990$00
REF.313, postal 3
CLUBE AM
TODOS OS PREÇOS
INCLUEM O TRANSPORTE
E O I.V.A. A17%
Se é possuidor de um CPC, se tem entre 5 e 95
anos, se tem tempo para jogar e não tem jogos —
então tem um grave problema.
Felizmente nós propomos-lhe uma solução.
5 Cassetes com 5 jogos (surpresa) diferentes,
vão diverti-lo por muito mais de 5 horas e custar
muito menos de 5 contos, embora também cus¬
tem um pouco mais de 5 escudos.
V.
\
PREÇO: Elicalfe 4 530$00
REF. 201, postal 3
32 AMSTRAD MAGAZINE
DMP4000
Manual de Utilização
LOCOSCRIPT 2 (para PCW 9512)
Manual do Utilizador EM PORTUGUÊS
Quase quatrocentas páginas de texto, figuras, esquemas, e
exemplos, constituem o mais completo livro em português sobre
um processador de texto que tem arrastado centenas de pessoas
dos teclados das máquinas de escrever para os teclados das
modernas máquinas de processamento de texto.
PRECO 500S00
REF. 320, POSTAL 3
DMP 4000
- MANUAL DE UTILIZAÇÕES EM PORTUGUÊS
Com uma qualidade de impressão relativamente
elevada tendo em consideração que se trata de uma
impressora de 9 agulhas, a DMP 4000 pode
distinguir-se actualmente como uma impressora bem
sucedida no mercado nacional. Tal facto, constituiu
uma das razões que nos levou a optar pelajnclusão
do seu manual de utilização, EM PORTUGUÊS, nesta
secção da AM, procurando com isso continuar a pro¬
porcionar aos nossos leitores informação tão deta¬
lhada quanto possível, numa linguagem tão simples
quanto possível, a um preço nitidamente impossível.
PREÇO: 1 200S00
REF. 322, postal 3
- OFERTA MUITO ESPECIAL
Coleccão GEM
GEM WRITE
7 500S00
REF. 403
1 GEM WORDCHAR1
r
7 SOOSOO
REF 404 1
Impressora de Agulhas
para PC's Compatíveis
GEM DIARY
GEM DRAW BUSINESS LIBRARY
GEM FONT EDITOR
GEM FONT & DRIVERS PACK
12 500500
REF. 409
AMSTRAD MAGAZINE 33
CLUBE AM
ê
%
MICROSOFT FLIGHT SIMULATOR version 3.0 >
Para quem gosta de simuladores de vôo este é O
SIMULADOR DE VÔO.
Suportando muitas das cartas gráficas habituais nos
PC's inclusivé a Hercules, a EGA, a VGA, e a CGA em
visores de cristal liquido ou CRT's, o Flight Simulator que
neste número colocamos à disposição de todos os leitores
foi concebido por uma das maiores softhouses da actuali-
dade, senão mesmo a maior - a Microsoft - e é no minimo
um simulador excelente a todos os níveis. Em termos de
PREÇO: 9 900$00
gráficas desde CGA a VGA
gráficos, por exemplo, para além de suportar as cartas
gáficas já referidas e de delas extrair as capacidades que
lhes são inactas, suporta ainda outras cartas gráficas não
previstas na versão base mas adicionáveis através de
drivers externos.
A simulação que pode decorrer num de três aviões
diferentes, escolhido pelo utilizador, pode basear-se em
operações de descolagem, aterragem, ou vôo normal,
sofrendo, ou não, efeitos climatéricos (chuva, vento,
neve, etc), ou temporais (dia, fim de tarde, noite, etc.), e
estando, ou não, condicionada a um conjunto enorme de
outros factores, entre os quais podemos referir os vôos
em esquadrilha, ou em perseguição, querem periodosde
paz, quer em períodos de guerra.
O nível de realidade da simulação e controlável pelo
utilizador através de opção acedida por teclado, e para os
utilizadores menos à vontade num “cock pit” existe ainda
a possibilidade de assistir a lições de vôo sub-divididas
por tarefas a executar. A documentação é composta por
um enorme manual, diversos mapas, e um pequeno livro
de “Quick Reference” (referências rápidas), apoiando de
uma forma melhor do que excelente o jogo que se
encontra dividido pelas duas disquetes de 5.25” que
complementam a package.
Para além do interesse do jogo, pensamos que é digno
de nota o facto dele suportar e tirar proveito das cartas
VGA, facto que, sem dúvida, o torna único no mercado
português.
REF. 330, postal 3
QUICK BASIC versão 3.0
Uma excelente linguagem de programação e
um óptimo compilador de programas concebi¬
dos em BASICA ou GW-BASIC, o Quick BASIC
proporciona a todos os programadores desta
linguagem uma velocidade de processamento
que embora não sendo tão grande como a que se
obtém no dialecto da mesma linguagem lançado
pela Borland, é muito mais standard.
Para todos os utilizadores do GW, o Quick
BASIC só pode ser a evolução perfeita. Baseado
num set de instruções que quase se pode con¬
siderar cem por cento igual ao do dialecto GW, o
QB traz-nos toda a velocidade de uma linguagem
compilada, as facilidades de “debugging” co¬
muns aos interpretadores da mesma linguagem,
e um completo manual de utilização, por um
preço impossivelmente baixo!!!
I
I
L
PREÇO: 15 OOOSOO
REF. 331, postal 3
, J
34 AMSTRAD MAGAZINE
CONTABILIDADE REF. 412 8 900S00_Postal 4
(Não se esqueça de indicar o formato das disquetes)
AMSTRAD MAGAZINE 35
CLUBE AM
DISKETTES
AMSTRAD
Em 3", 3.5", ou 5.25" as diskettes
Amstrad são fornecidas em conjuntos
de 10 unidades com caixa plástica, ga¬
rantindo uma perfeita formatação e
fiabilidade dos dados armazenados.
3" PREÇO: 8 490$00 REF. 315
3.5” PREÇO: 5 990$00 REF. 316
5.25" PREÇO: 2 690$00 REF. 317
#***#*#*#*#*#**
MANUAL DO PC
EM PORTUGUÊS
Será que os computadores só podem ser utili¬
zados por quem sabe inglês?
É evidente que não. Embora o conhecimento da
língua inglesa facilite a aprendizagem, nunca se
poderá considerar indispensável para este efeito.
No nosso país, são cada vez mais frequentes as
marcas que traduzem os manuais e as packages,
e adaptam os teclados, para poderem possuir
boas soluções informáticas em mercados que
nada têm a ver com a língua inglesa.
Foi assim, seguindo esse princípio, que AM optou
por incluir nesta secção a tradução do MANUAL
DO PC, para facilitar a vida a todos os que em
Portugal preferem ler em português.
PREÇO: 1 900$00 REF. 310, postal 3
THE AMSTRAD C0LLECTI0N
Quatro jogos, três disquetes, dois minutos a preencher o postal para
os encomendar, uma única oportunidade de adquirir tudo isto por este
preço.
Jogos incluídos nesta package:
THE DAM BUSTERS-SYDNEY
BRUCE LEE - DATASOFT
PSI-5 TRADING COMPANY - ACCOLADE
TAG-TEAM WRESTLING - DATA EAST
CLUBE AM
MICROSOFT WORKS
Descrever o WORKS em tão pouco espaço,
seria completamente impossível, para além de
que estaríamos apenas a repetir aquilo que a
maior parte dos utilizadores já ouviu acerca
desta package integrada. No fundo em tão
poucas linhas apenas podemos dizer que o
WORKS integra quatro poderosas ferramentas
prontas para satisfazer a maior parte das neces¬
sidades informáticas de qualquer utilizador.
Processador de texto, folha de calculo, e base
de dados, são apenas 3 das 4 aplicações inte¬
gradas nesta package. A quarta aplicação pode
funcionar como complemento de cada uma
destas ou independente de todas elas, visto que
se trata de uma package de comunicações.
A complementar as 12 disquetes fornecidas
(8 disquetes em formato 5.25", e 4 com o mesmo
conteúdo em formato 3.5") um extenso e com¬
pleto manual com mais de 600 páginas ordena¬
das de uma forma lógica, e incluindo um com¬
pleto, e útil, indice, torna o WORKS a package
ideal para quem tem pouco tempo para
aprender a “mexer” no computador mas deseja
aproveitar todas as suas potencialidades.
“Um dia de trabalho numa hora de WORKS”,
podemos afirmar que é a melhor forma de des¬
crever o que esta “pequena maravilha” pode
fazer por si. Tudo o resto está dito nas entreli¬
nhas do que dissemos, e demonstrado no soft¬
ware que lhes deu origem.
PREÇO: 37 500$00 REF. 325, postal 3
Complete a sua colecção
REVISTA DOS UTILIZADORES AMSTRAD |
200S00 cada exemplar atrasado
USE POSTAL N.° 6
CLUBE AM
O
O
STRAD’ '
ASTRA
A7INKAMS'
ASTRADM
TRAD’ ’
FAM!
AM: THAI
AMÍ
ÍSTRAOM
:( am:
' . ' : AM:
ÍISTRADf
na compra
a pronto
de uma aparelhagem
AMSTRAD
MCD-7
INF AMSTR
INI AMSTR
ADMAGAZI
,w w
*
Nt AMSTR
ADMAG AZI
NT AMSTR fll
AMST AD’
VMSTRAl
AMSTR
STRAD'
STRAD’
STRAD'
STRAD,
VA/INTí
STRAD'
VALE 10 000,00
' AM5
'AIV
ISTRADi
AM
i AM
RAD’
RAD’
na compra
a pronto
de um
AMSTRAD
PC 2086
iMST
'AMSTR
AMSTl AD’
[ AMSTR/
FAMST ADM
\MSTR
AMSTR Al
38 AMSTRAD MAGAZINE
VIS7RAD
'.'AM
MSTRAD
ZINI AM
MSTRADL
iAZII ii AM
MSTRAO
•AZINEAM
WSTRAD'
j AM
VISTRADf
N AM
MSTRAD
VALE
TRAÜ
TRAE
TRADív
RADP
na compra
a pronto
de um
SINCLAIR
PC 200
STRAD
O SOCARTKI.
LISBOA
• Av. Eng. Duarte Pacheco, 17
OLHÃO
• Rua João Rosa, 6-A
PORTIMÃO
• Bairro do Pontal - Bloco 2-A, c/v
SINES
• Av. General Humberto Delgado, n? 43
CARTAXO
• Centro Comercial A.C. Santos - Loja 4
LEIRIA
• Quinta Sto. António, 67 - Loja 1
PORTO
• Av. Boavista, 2881 - Loja 3
• Rua Sta. Catarina, 716
COIMBRA
• Centro Comercial Primavera
Av. Calouste Gulbenkian, Lote 7 - Loja 37
MONÇÃO
• Rua da Independência, 16, r/c
GUIMARÃES
• R. Manuel Saraiva Brandão, 241, r/c
PÓVOA DO VARZIM
• Praça dos Combatentes - Loja 18
CHAVES
• Edifício Europa - AV. 5 de Outubro - Loja 1
BRAGANÇA
• Edifício Translande
Av. Sã Carneiro, Bloco 1 - Loja 19
PENAFIEL
• Edifício Brasília - Loja X
AMSTRAD MAGAZINE 39
JAGAZINEl
EMPRESAS
LUSICOMP
UMA NOVA FILOSOFIA
NO MERCADO INFORMÁTICO
"Um único interlocutor com os utilizadores" é a filosofia da Lusicomp,
uma nova empresa do grupo SOPSI, que vai apostar no mercado das
soluções profissionais. Apresenta-se como uma empresa de serviço in¬
tegral desde a escolha da melhor solução informática global até ao su¬
porte pós-venda, passando pela instalação do sistema e formação dos
utilizadores.
A "Amstrad Magazine" entrevistou Joaquim Ferreira de Melo, o Director-
-Geral da Lusicomp.
AMSTRAD MAGAZINE —Num
mercado tão concorrencial como o
informático, qual o posicionamen¬
to da Lusicomp e quais os seus
grandes trunfos?
FERREIRA DE MELO-É um facto in¬
contestável que o mercado da infor¬
mática é altamente concorrencial.
Mas também é muito confuso em
termos de oferta. Se encararmos os
compradores de informática dividi¬
dos em 2 grupos, sendo o primeiro
como os
—utilizadores individuais, que pre¬
tendem um equipamento pessoal
para exploração com programas
internacionais bem conhecidos, ti¬
po bases de dados e folhas de cál¬
culo; e o segundo como os
—empresas que pretendem informa¬
tizar os seus serviços (contabilida¬
des, stocks, produção, etc.),
verificamos que os do primeiro gru¬
po, normalmente, sabem perfeita¬
mente aquilo que querem e do que
precisam. Os do segundo grupo pre¬
tendem ver várias soluções e esco¬
lher a que melhor se adapte às suas
necessidades.
AMSTRAD MAGAZINE 41
EMPRESAS
A abordagem a estes 2 grupos é
completamente diferente. E a confu¬
são, e o insucesso, surgem quando
fornecedores vocacionados para o
primeiro grupo pretendem concorrer
no segundo.
A Lusicomp pretende ser um forne¬
cedor típico do 2 ° grupo onde, a
nosso ver, existem poucas ofertas
credíveis.
Pensamos que qualquer empresa
que se informatiza pretende ter ape¬
nas um interlocutor para os seus pro¬
blemas de informática. É pouco ope¬
racional ter um fornecedor de hard¬
ware e outro de software. Se existe
um problema, quem se chama? 0
problema será de software? Será de
hardware? Então chama-se o forne¬
cedor A ou o B? Um dos "grandes
trunfos" da Lusicomp é ser o único
interlocutor para os seus clientes,
fornecendo:
—hardware e software adequados já
que, antes de apresentar a sua
proposta, estuda as necessidades,
faz o levantamento dos requisitos,
discute a solução com exemplifi¬
cação prática;
—formação dos utilizadores;
— manutenção do hardware;
—suporte ao software.
Outro "grande trunfo" é dar atenção
cuidada a áreas onde a oferta de so¬
luções é escassa. Para além das apli¬
cações tradicionais (contabilidades,
salários e terceiros) a Lusicomp ofe¬
rece soluções na área industrial, co¬
mo controlo de produção, gestão da
manutenção, controlo de presenças
e acessos, etc.
Aquilo que consideramos o nosso
terceiro "grande trunfo" é que todo
o software é de desenvolvimento
próprio, o que nos permite ter facili¬
dade de adaptação a casos específi¬
cos de cada utilizador, acompanhar
as modificações legais que se vão in¬
troduzindo, evoluir as aplicações
standard e construir aplicações para
ramos específicos. É o caso dos cor¬
retores de seguros, associações des¬
portivas, cooperativas agrícolas, es¬
tabelecimentos de ensino, transitá-
rios, etc...
A.M.—A Lusicomp presta um ser¬
viço completo. A nível de softwa¬
re, quais são as principais aplica¬
ções desenvolvidas?
F.M. — De certa forma já foi aborda¬
da esta questão no ponto anterior.
Mesmo assim, será de acrescentar
que dividimos a nossa oferta em 6
grandes grupos:
—Gestão Administrativa/Financeira
(contabilidade geral, analítica e or¬
çamental, tesouraria, letras, patri¬
mónio e dividendos);
— Gestão Comercial (facturação,
clientes, fornecedores, estatística,
câmbios);
—Gestão de Stocks;
—Gestão de Pessoal;
—Gestão da Produção (controlo de
materiais, controlo da fabricação,
controlo de obras de manutenção,
custeio, controlo de cargas);
—Aplicações Verticais (transitários,
corretores de seguros, farmácias,
cooperativas agrícolas, associa¬
ções desportivas).
A.M. —A Lusicomp é também um
Centro Profissional Amstrad, e os
computadores da série 2000 de¬
vem representar uma aposta forte
da vossa parte na conquista do
mercado profissional...
42 AMSTRAD MAGAZINE
F.M. —Como antes se disse, o mer¬
cado profissional é o que se enqua¬
dra na filosofia da Lusicomp. Mas no
mercado profissional existem empre¬
sas de dimensão bastante diversifi¬
cada e também com necessidades
muito distintas. Se há empresas que
necessitam de instalações com de¬
zenas de terminais e grandes capa¬
cidades em suporte magnético, tam¬
bém as há que, com um sistema de
40/60 megabytes e 3 ou 4 terminais,
resolvem perfeitamente as suas ne¬
cessidades. Pensamos que o Ams-
trad 2000 responde perfeitamente a
este tipo de empresas. O modelo
2286, com disco de 40 Mb e que
aconselhamos a não ultrapassar os
4 terminais, já dá uma resposta ra¬
zoável a muitas empresas. Para con¬
figurações mais volumosas (disco de
65 Mb e até 8 terminais) aconselha¬
mos o modelo 2386. Estes equipa¬
mentos poderão, ainda, aqui ou aco¬
lá, sofrer um pouco pela imagem dos
seus antecessores (o 1512 e o
1640): pequenos computadores
com utilização individual. Claro que
esta imagem cada vez é mais ténue.
Começa a ser do domínio público
que o Amstrad 2000 ganha à gene¬
ralidade dos seus concorrentes por
ter mais esta ou aquela característi¬
ca, seja pelo ecrã VGA, pela veloci¬
dade de processamento ou pelo
acesso ao disco. Nesta medida, e
atendendo ao mercado português, o
Amstrad 2000 terá que nos merecer
muita atenção...
A.M.— A Lusicomp também repre¬
senta a Forum. Trata-se de uma
marca muito menos conhecida em
Portugal. Fale-nos um pouco sobre
os Forum e o mercado que pensa
atingir com esses equipamentos.
F.M.—A Forum é também uma em¬
presa jovem e, por isso, não é muito
conhecida. Nasceu com a filosofia,
que mantem, de concorrer num es¬
paço pouco ocupado: entre o micro¬
computador e o minicomputador;
em família, chamamos-lhe o super-
micro. Pela mão de François Gernel-
(inventor do primeiro microcompu-
dor comercializado: o Micral N) a Fo¬
rum concebe e produz, por subcon¬
tratação em empresas, normalmen¬
te, associadas. A Lusicomp acon¬
selha este equipamento em configu¬
rações acima dos 5/6 terminais e
com necessidades de discos superio¬
res a 100 Mb. No modelo de topo de
gama, o Forum 5.5, as suas perfor¬
mances permitem-lhe alcançar altos
índices de produtividade já que dis¬
põe de processadores específicos
para cada actividade:
—um processador para execução de
programas e controlo de entra¬
das/saídas
— um processador para controlo de
suportes magnéticos
— um processador para controlo de
terminais.
É um equipamento muito virado pa¬
ra instalações evolutivas, com gran¬
des volumes de tratamento e neces¬
sidade de tempos de resposta
rápidos.
A.M. — Para finalizar, que balanço
é que faz destes primeiros meses
de actividade?
F.M. —Estes primeiros meses de ac¬
tividade podem considerar-se positi¬
vos numa perspectiva de instalações
bem sucedidas, contratos de prestí¬
gio e de certo volume, e uma ima¬
gem de seriedade e competência. A
equipa de trabalho que conseguimos
reunir é experiente e motivada. É de
atender que a Lusicomp é muito jo¬
vem mas não nasceu, verdadeira¬
mente agora; não é mais um novato
cheio de boa vontade que vem ex¬
perimentar a sua sorte. As suas raí¬
zes remontam à Divisão de Organi¬
zação e Informática da Coelima, que
viria a dar origem à Sopsi e, daqui,
por razões de crescimento e de es¬
tratégia, se formou a Lusicomp.
Mas, empresas com estas caracte¬
rísticas, fazem-se com os anos, não
vivem de explosões de mercado, de
artigo de época ou de moda. Os nos¬
sos clientes terão que ser os nossos
publicitários. Sabemos que teremos
uma progressão relativamente lenta
mas, queremo-la segura. Se crescer¬
mos 15 a 20% ao ano mas, crescer¬
mos sempre, pensamos estar no
bom caminho.
AMSTRAD MAGAZINE 43
Reprodução de gravura a água-forte de José Faria
OLFACTO
O olfacto é a inspiração decisiva que desperta no
Homem o sentido das coisas. Um radar especial que
capta o fluxo etéreo da vida, talvez mesmo a sua
essência mais pura.
A Sopsi encara o mundo sensível como a lufada de ar
fresco de que a informática necessita para florescer
em pleno. Impregnando a sua influência em múltiplas
áreas do ramo, em inúmeras empresas, a Sopsi
liberta assim um perfume sedutor, distinto, envolvente.
Quando se tem o faro apurado, o sentido de
orientação não é volátil. Hoje, a SOPSI representa e
comercializa das melhores marcas e produtos do
mercado. É maioritária na Cominfor, Publinfor,
Amsónica e Socartel. Formou a Lusicomp, uma
empresa retalhista profissional de características
únicas. Penetrou no ramo das telecomunicações com a
Telefónica e autonomizou a prestação de serviços de
“hardware” com a criação da Scati. Materializou a
entrada da informática nas artes gráficas, sendo
maioritária na Tipografia Guimarães. E vê-se já
colocada como a quarta maior empresa de informática
no País — a segunda com capital integralmente
português —, depois de ocupar em 1985 a
décima-nona posição.
Já lá vai o tempo em que o Homem se contentava
apenas com incenso e mirra. O reino dos odores é
agora muito mais exigente. E o da informática,
também. Mais do que nunca, a personalidade jovem e
dinâmica da Sopsi sente-se no ar. Tal como um cheiro
a novo, inebriante, afirmativo.
0 Sentido da Informática
Sopsi - SOCIEDADE PORTUGUESA DE SISTEMAS DE INFORMÁTICA, S.A.
AV. DA BOAVISTA, 2881-2.° — 4100 PORTO
DDB NEEDHAM &.GUERRÜIRO
PROFISSIONAL
SOFTWARE DE GESTÃO
UM MUNDO DE OPORTUNIDADES
PARA AS EMPRESAS COM FUTURO
Objectivo 92: esta é a preocupa¬
ção dos empresários que encaram a
integração europeia como um gran¬
de desafio para vencer. Reestruturar,
reorganizar, inovar, informatizar, são
apenas algumas das palavras-
-chaves.
Neste contexto de mudança, as¬
sume particular importância a in¬
formatização das empresas: desde
os seus serviços contabilísticos até
à produção, passando pelos sec¬
tores administrativos, comercial,
etc.
A busca não só de equipamentos
mas também de aplicações condu¬
ziu à produção de uma solução inte¬
gral (hardware + software). Inicia¬
mos, hoje, uma série de artigos
sobre algumas das soluções informá¬
ticas propostas pela SOPSI para a
gestão de empresas.
Para começar, fazemos uma apre¬
sentação do sistema operativo, o
PROLOGUE, e suas potencialidades
e dos requisitos indispensáveis em
termos de hardware.
Nos próximos números, abordare¬
mos as características específicas de
cada uma das aplicações.
46 AMSTRAD MAGAZINE
PROLOGUE: um sistema
operativo avançado.
A origem do PROLOGUE residiu na
necessidade de desenvolver um sis¬
tema de exploração, uma linguagem
e utilitários indicados para aplicações
de gestão na área industrial.
Em 1975, surge o BAL (Basic Ad¬
vanced Language) que designava,
em simultâneo, um sistema de ex¬
ploração e uma linguagem. Contudo,
se o BAL correspondia às necessida¬
des do desenvolvimento das aplica¬
ções de gestão, não era um sistema
de desenvolvimento, especialmente
em Assembler.
Daqui à concepção do PROLOGUE
foi um pequeno passo, que foi dota¬
do, desde início, com três caracte¬
rísticas fundamentais:
— possibilidade de trabalho em mul-
titarefa e multiposto;
—vocação para a gestão, com um
sistema de gestão de ficheiros
muito completo e de elevadas per¬
formances;
—capacidade de integração com ou¬
tros sistemas.
0 PROLOGUE é um sistema
multitarefa e multiposto, in¬
cluindo os métodos de acesso se¬
quencial indexado e multicritérios.
O PROLOGUE vai ainda mais lon¬
ge, respondendo a duas grandes ne¬
cessidades dos utilizadores de micro¬
computadores na gestão:
—as comunicações—protocolos de
comunicação integrados no siste¬
ma; a rede local SOR (Sistema de
Ordenados Repartidos);
—a utilização de programas escritos
sob outros sistemas operativos.
A estrutra do PROLOGUE possui al¬
gumas características importantes pa¬
ra o utilizador: o sistema é um con¬
junto único e coerente; é adaptável
por funções do módulo "Environ-
ment"; é configurável tendo em aten¬
ção as necessidades do utilizador; e
é um sistema aberto que pode rece¬
ber todas as extensões de funções.
Os diferentes módulos do PROLO¬
GUE podem agrupar-se em dois ti¬
pos: os módulos base (comuns a to¬
das as instalações) como a inicializa¬
ção do sistema, o interpretador de
comandos, o monitor multitarefas, a
gestão da memória e a gestão do
hardware, por exemplo; os módulos
de extensão (variáveis de utilizador
para utilizador) como o nível de pro¬
tecção e telecomunicação, por
exemplo.
0 PROLOGUE é um dos poucos
sistemas que possui a função de gra-
ALGORITMO - INFORMÁTICA, LDA.
AMSTRAD
AMSTRAD
EPSON
CREDITO AMSTRAD
ASSISTÊNCIA TÉCNICA
SOTWARE
Colocamos:
Facturação e Stocks
Contabilidade
Discos
Gestão de Obras
Drives
Salários
Expansão de memória
Diversos
Telefone: 575847
R. Conde Redondo, 13 - Ar/c — 1100 LISBOA
AMSTRAD MAGAZINE 47
__
PROFISSIONAL
vação do sistema, ou seja, a possi¬
bilidade de serem determinadas as
funções exactas que se deseja atri¬
buir ao sistema a utilizar. Por exem¬
plo: idioma para as mensagens do
sistema e dos utilitários; dimensão da
partição de memória a afastar pelo
sistema; número de postos de traba¬
lho a funcionar; número e tipo de dis¬
cos, níveis de protecção; protocolo
de comunicação escolhido; velocida¬
de e parâmetros de transmissão.
No que diz respeito a ficheiros,
eles são de quatro tipos: ficheiros de
programas executáveis; ficheiros de
programa fonte, isto é, na forma em
que foram escritos pelo utilizador; fi¬
cheiros temporários utilizados pelos
utilitários e pelos compiladores; fi¬
cheiros de dados (sequenciais, direc¬
tos e sequenciais indexados).
Um dos pontos fortes do PROLO-
GUE reside nas modalidades e ges¬
tão de acesso às informações regis¬
tadas: sequencial (elemento a
elemento, por ordem de chegada,
por exemplo); directo (segundo um
registo); sequencial indexado (os re¬
gistos são escritos sequencialmente,
mas cada um com uma chave lógi¬
ca definida pelo utilizador—código
de cliente ou do artigo, por exemplo
—, processando-se a sua busca atra¬
vés da referida chave lógica); multi-
critérios (o acesso, a interrogação e
a actualização são executados em
tempo real, segundo X critérios; nes¬
te tipo de acesso podemos obter
diversas buscas segundo relações
entre si dos registos).
Finalmente, as seguranças do
PROLOGUE. São quatro os principais
meios de controle do acesso: a ex¬
clusividade (um só utilizador se assim
for definido), a protecção à escrita
(só permite a leitura e não a escrita),
a protecção durante a actualização,
e as chaves de acesso (que seleccio-
na os utilizadores autorizados e o ti¬
po de operações que podem execu¬
tar).
Hardware
Para o bom funcionamento das
aplicações desenvolvidas em PRO¬
LOGUE, é desejável a existência de
um computador da família IBM com¬
patível com disco rígido de 20 Mb
e com, pelo menos, 512 K de me¬
mória. De qualquer maneira, algu¬
mas destas aplicações funcionam
em equipamentos com dois drives de
disquetes. Para suporte a 5 ou mais
postos de trabalho é já necessá¬
rio um PC/AT (processador 80286
ou 80386). Para empresas com 1 a
4 postos de trabalho basta um
PC/XT.
SOFTWARE DE GESTÃO
Aplicações disponíveis na SOSOFT/SOPSI
SIGECO—Sistema de Gestão de Contabilidade
PROGECO—Programa de Gestão de Stocks e Facturação
VIPE—Programa de Gestão de Pessoal e Salários
TIM —Programa de Controle de Ponto
ABSENT—Programa de Controle de Absentismo
PROCLI —(*) Programa de Gestão de Clientes
PROFOR —(*) Programa de Gestão de Fornecedores
PREMIC—(*) Programa de Emissão de Cheques
PREMIL— (*) Programa de Emissão de Letras
FOC—(*) Programa de Folhas de Custeio
SIGLE—Sistema de Gestão de Letras
PFACT— Programa de Facturação
FGESTO—Programa de Gestão de Stocks
PROGENC—Programa de Encomendas
PGC—Programa de Gestão Comercial
PACO/M—Programa de Controle de Custos de Manutenção
PACO/P—Programa de Controle de Custos de Produção
PTRAN —Programa de Transitários
IMOBIL—Programa de Gestão de Imolizado
NOTA: Todas estas aplicações foram desenvolvidas e funcionam em Prologue. Algu¬
mas, as assinaladas com *, funcionam também em MS-DOS.
48 AMSTRAD MAGAZINE
|ÍJ <r»wr->7
0 QUE DE BOM TEMOS PARA SI
Data Cartridges Streamer, Discos
Bandas Magnéticas, CALCULUS-EUROMAGNETICS
Diskettes PARROT
Fitas Tinta para Impressoras
Arquivo p/ Diskettes, Bandas, Discos, Pastas, etc.
Suportes Rotativos p/ Terminais de Computadores
Monoblocos contra fogo p/ Registos Magnéticos
Etiquetas Autocolantes, Papel de Formulários
Diskettes de Limpeza p/ Unidades de Gravação
Pastas p / Arquivo de Formulários e Conj. Separadores
Anti-Reflectores p/ Videos, Monocromáticos e a Cores
Mesas p/ Terminal e Impressora
Computadores
Impressoras
COMERCIALIZAÇÃO DE
SUPORTES MAGNÉTICOS. LDA.
Sede :
Rua Artilharia Um, 39-1.o
© 69 34 37 - 69 34 08 Telex 64179
1200 LISBOA
DISTRIBUIDOR AUTORIZADO
Cf OMMODORE E JOGOS
V/
Filial :
Rua Damasceno Monteiro, 116-B
© 82 01 85 - 82 77 36
1100 LISBOA
REVISTA DOS UTILIZADORES AMSTRAD |
'««■ygiaaj
nviSTàoçsvm
^minanawniv
«WTIOM WLBADOlHt MMTHAD~
MAIS E MELHOR
\<
0
S 1
2 P R I M E I R
0 S
NUMEROS
(USE POSTAL N.° 5)
PROGRAMAS
PCW:
«Dr. Logo,
suponho.»
OS PCW NÃO PARAM DE NOS
SURPREENDER. AGORA, O NOSSO LEITOR
IMORBERTO TEIXEIRA MOSTRA-NOS
ALGUMAS DAS POSSIBILIDADES DA DR. LOGO.
Das linguagens de "alto nível", a LOGO é sem dúvida
a de mais fácil aprendizagem.
Dotada de uma grande simplicidade, permite que as
criançs aprendam mais facilmente os conceitos matemá¬
ticos e de programação de computadores.
Outra característica interessante da LOGO é a sua "tar¬
taruga”, um objecto móvel que se controla mediante ins¬
truções simples. Em DR. LOGO representa-se no ecrã por
uma ponta de uma flecha à qual se dá o nome de tarta¬
ruga para ajudar a identificar o objecto ao qual se está
dando ordens.
As instruções básicas de DR. LOGO chamam-se "primi¬
tivas"; os seus efeitos estão predefinidos. Por exemplo,
fd, faz com que a tartaruga avance; bk, que retroceda;
lt, que gire para esquerda; e rt, que gire para a direita.
Como fazer algo em LOGO, será o objectivo da "LOGO
prática", com alguns exemplos, que podem ser modifi¬
cados, aperfeiçoados ou adaptados a cada caso.
(Em DR. LOGO todos os nomes das primitivas, escrevem-
-se com letra minúscula).
Primeiros passos
Breves informações:
O PCW é fornecido com duas disquetes cujos lados têm
as seguintes inscrições:
Lado 1—LOCO SCRIPT (Processador de texto).
Lado 2—CP/M PLUS (Sistema operativo...).
Lado 3—UTILIDADES DE PROGRAMAÇÃO.
Lado 4—DR. LOGO.
—Comece por iniciar o PCW com o Lado 2 (CP/M) da
disquete virada para o ecrã e aparecerá a seguinte men¬
sagem:
CP/M Plus Amstrad Consumer Electronics pic
v 1.1, 61K TPA, 1 disc drive, 1 1 2K drive M:
A>
— Digite agora a palavra dir, seguidamente,
<RETURN>. O ecrã ficará com o seguinte aspecto:
AMSTRAD' MAGAZINE 51
PROGRAMAS
CP/M Plus Amstrad Consumer Electronics pic
v 1.1, 61 K TPA, 1 disk drive, 11 2K drive M:
A>dir
A: > J1 1CPM3
EMS:BASIC
COM:DIR
AiKEYS
WP:LANGUAGE
COM:PALETTE
A:PROFILE
ENG:RENAME
COM:SET
A:SETKEYS
COM:SETLST
COM:SETSIO
A.-TYPE
A>
COM:RPED
RPED
COM:ED
COM:ERASE
COM
COM:PAPER
COM:PIP
COM
C0M:SET24x80
COM:SETDEF
COM
COM:SHOW
COM:SUBMIT
COM
BAS:REPED
SUB:DISCKIT
COM
(dir, imprime os nomes dos ficheiros que se encontram
no lado 2 do disco.)
Preparação de uma disquete
de trabalho.
A nossa disquete de trabalho terá de conter os seguin¬
tes ficheiros:
LOGO.COM LOGO. SUB KEYS.DRL (estão no
SETKEYS.COM SUBMIT.COM J11CPM3.EMS lado 4)
(lado 2, verifique se este útimo nome do ficheiro está cor¬
recto, pois varia conforme a versão utilizada.
Exemplo: J14SCPM3.EMS). Necessitamos ainda de um
outro ficheiro com o nome PROFILE.SUB. (É este nome
que o CP/M procura para executar as ordens nele conti¬
das.)
—Com o CP/M, digite: PIP seguido de <RETURN>;
aparecer-lhe-à um*.
— Digite agora:
b: = a:J11CPM3.EMS seguido de <RETURN>, (aten¬
ção a mensagem: "please Put..."
A: para ler ficheiro, B: para escrever na disquete de tra¬
balho), e siga sempre as instruções dadas pelo compu¬
tador quanto à mudança das disquetes.
Acabada a cópia, volta a aparecer o asterisco.
— Digite:
b: = a:SETKEYS.COM seguido de <RETURN>. Fina¬
lizada a cópia digite:
b: = a:SUBMIT.COM seguido de <RETURN>; (se tu¬
do decorreu normalmente, tem já copiados os três fichei¬
ros que se encontram no lado 2). Vamos agora copiar
os ficheiros que se encontram no lado 4.
— Introduza então o lado 4 da disquete.
— Digite:
b: = a:LOGO.??? <RETURN> (serão copiados, os dois
ficheiros de nome LOGO).
Novamente e com o lado 4 virado para o ecrã, digite:
b: =a:KEYS.DRL <RETURN>. Falta-nos somente o
PROFILE.SUB!
0 ficheiro com o nome LOGO. SUB tem precisamente o
conteúdo que necessitamos para o PROFILE.SUB. Co¬
mo trocar-lhe o nome?
— Introduza o lado 2 e faça < RETURN > para abando¬
nar PIP.
—digite:
REN (abreviatura de rename = trocar de nome)
< RETURN > < RETURN >. Responda ao primeiro pe¬
dido com: PROFILE.SUB e ao segundo com LOGO. SUB.
Embora um pouco trabalhosa..., temos finalmente a dis¬
quete de trabalho concluída; melhor, ainda temos um dis¬
co TURNKEY.
A partir de agora bastará ligar o PCW, introduzir a nossa
disquete e tudo decorrerá automaticamente até que apa¬
reça o indutor (?) da LOGO.
1.1 CONTROLO DA TARTARUGA
0 melhor método para aprender o que se pode conse¬
guir com as primitivas da DR.LOGO, é experimentar os
seus efeitos. Experimente então:
cs<RETURN>
52 AMSTRAD MAGAZINE
PCW:
MAIS POSSIBILIDADES
COM A DR. LOGO.
O ecrã fica limpo, com a tartaruga ao centro. Vejamos
o que acontece se escrevermos:
fd < RETURN >
A tartaruga não se move e aparece a mensagem:
Not enough inputs to fd (Não há entradas suficientes
para fd)
DR.LOGO necessita saber quando há-de a tartaruga
avançar. Exemplo:
fd 80 < RETURN >
Agora sim, a tartaruga avança 80 unidades deixando um
"rastro”. O número 80 representa, portanto, as entra¬
das para a primitiva fd. Observe que o indutor'?', se en¬
contra na parte interior do ecrã, DR.LOGO reserva a maior
parte do ecrã para a tartaruga (ecrã gráfico) e o restante
para o texto (ecrã texto).
Escreva o seguinte :
lt 90<RETURN>
A tartaruga gira para a esquerda 90 graus.
Escreva agora:
fd 80<RETURN>
A tartaruga desenha outro segmento de recta perpendi¬
cular ao anterior. Observe ainda que a tartaruga parte
do ponto onde se encontrava avançando as unidades.
1.1.1 INSTRUÇÕES MÚLTIPLAS
A LOGO permite incluir na mesma linha várias instruções
antes de pulsar < RETURN >. Exemplo:
fd 80 lt 90<RETURN>
É evidente que-se repetíssemos este par de instruções
quatro vezes, obteríamos um quadro. Em LOGO isto po¬
de fazer-se de forma abreviada:
repeat 4 [fd 80 lt 90] (repeat = repetir)
Para a LOGO qualquer coisa que esteja dentro de pa¬
rêntesis rectos, é uma lista; [fd 100 rt 45] e uma lista
de instruções. As listas são uma pecularidade da LOGO;
há ainda primitivas especiais para o manejo de listas.
Se sente já um certo à vontade, experimente estes cin¬
co interessantes desenhos que pode criar no seu visor,
usando apenas os comandos que indicamos até agora
(não esqueça de limpar o ecrã antes de cada linha de
instruções).
repeat 45[fd 130 rt 92]
repeat 20[fd 120 rt 182 fd 240 rt 182 fd 120]
repeat 30[fd 120 rt 190 fd 240 rt 190 fd 120]
repeat 40[fd 100 rt 93 fd 10 rt 97 fd 101 rt 180]
repeat 70[fd 130 rt 181 fd 260 rt 182 fd 128]
1.2 PROCEDIMENTOS
Um procedimento é uma instrução de LOGO, análoga
em todos os aspectos às primitivas mas elaborado pelo
usuário.
Estas instruções não se executam no momento da sua
elaboração, mas sim só quando incluídas numa linha de
instruções, tal como de primitivas se tratasse.
A definição de um procedimento tem o seguinte aspecto:
to nome-procedimento
série de instruções numa ou várias linhas
end
AMSTRAD MAGAZINE 53
PROGRAMAS
«Dr. Logo,
suponho...»
Com o nome do procedimento, pode-se usar qualquer
palavra desde que não seja o nome de nenhuma primiti¬
va, ou que comece por um número.
Por exemplo, podemos definir um procedimento que de¬
senhe um quadrado e se lhe chamarmos 'quadrado', a
definição será a seguinte:
to quadrado <RETURN>
repeat 4[fd 80 lt 90] < RETURN >
end < RETURN >
Aparecer-lhe-á a mensagem: quadrado defined
A partir de agora em diante, a LOGO reconhece o pro¬
cedimento 'quadrado', como palavra do seu vocabulá¬
rio. Sempre que escreva a instrução "quadrado”, A LO¬
GO desenhará um quadrado com 80 unidades de lado.
A posição e orientação do quadrado dependerá das que
a tartaruga tenha no momento em que se dê a instrução.
1.3 EDIÇÃO DE PROCEDIMENTO
Outras teclas de recurso do Editor:
LINE— Leva o cursor ao fim da linha.
FDL— Leva o cursor ao princípio da linha.
PAGE— Leva o cursor ao final da página.
ALT-PAGE— Leva o cursor ao princípio da página actual.
DOC— Leva o cursor ao final do procedimento (ou pro¬
cedimentos).
ALT + DOC— Leva o cursor ao princípio do procedimento
(ou procedimentos).
ALT + DEL=— Apaga desde a posição do cursor até ao
final da linha.
1.4 GRAVAÇÃO DE PROCEDIMENTOS
Os procedimentos definidos numa secção de trabalho
com a DR. LOGO perdem-se quando se desliga o com¬
putador, a menos que antes os tenha gravado na dis¬
quete.
A instrução para a gravação é a seguinte:
save "nome-ficheiro < RETURN >
(nome-ficheiro não poderá ter mais de 8 caracteres)
Assim, a instrução de carga dos procedimentos na área
de trabalho será:
load "nome-ficheiro <RETURN >
Os procedimentos podem ser editados, isto é, para cor¬
rigir erros ou para modificá-los.
A ordem que indica a edição de um procedimento é a
seguinte:
end "nome-procedimento < RETURN >
Se ainda não desligou o PCW e tem ainda o procedimen¬
to 'quadrado' definido, pode, portanto, editá-lo:
ed "quadrado < RETURN>
Verificará que o ecrã é totalmente limpo e aparecer-lhe-
-à no canto superior esquerdo do editor, o procedimen¬
to 'quadrado'. Pode agora experimentar algumas teclas:
DEL=>, =DEL ou as teclas de deslocamente do cursor,
deslocando o respectivo cursor pelo procedimento. Mas
como sair do Editor depois de editar, corrigir ou modifi¬
car um procedimento?
pulse < EXIT>.
RÁPIDO
ECONÓMICO
cómodcT
Consulte as
págs. 25 a 40
e envie já o seu
postal-encomenda
Departamento de Informática
HEXABASE
CONTABILIDADE E GESTAÃO
DE EMPRESAS, LDA.
SECÇÃO DE CASH AND CARRY
COMPUTADORES
- Monoposto
- Multiposto
- Rede
DISKETTES
- SKC
SOFTWARE PARA:
• Gestão Comercial
• Revendedores de Gás
• Contabilidade
• Imobilizado
• Parques de Campismo
• Advogados
• Construção Civil
• Salários
• Colectivades
• Outros
ENVIAMOS À COBRANÇA PARA QUALQUER
PONTO DO PAÍS.
PEÇA INFORMAÇÕES DETALHADAS
Rua José Augusto Lopes Júnior, 3-A
ffl? 061 - 23347 — FAX: 061/23654
2560 TORRES VEDRAS
54 AMSTRAD MAGAZINE
Se agora pretendessemos apagar o ficheiro da disquete
que antes gravamos, faríamos:
erasefile "nome-ficheiro <RETURN>
Poderíamos ainda acrescentar outros procedimentos aos
anteriores e gravar a nova sessão.
1.5 CARACTERÍSTICAS DO ECRÃ
A DR.LOGO reserva a maior parte do ecrã para a tarta¬
ruga (janela gráfica) e uma pequena porção na parte in¬
ferior para o texto (janela de texto). A primitiva setsplit
n, permite-nos alterar o tamanho desta janela; fs, assig-
na todo o ecrã como janela gráfica.Quando se dá a ins¬
trução cs a tartaruga aparecerá no centro do visor e as
coordenadas x e y têm ambas o valor zero(O). Vejamos
agora num sistema cartesiano de referência do ecrã,
quantas unidades são necessárias para a tartaruga atin¬
gir os extremos do ecrã:
Atingimos a parte superior do ecrã (coordenada y) com
o valor 263. Exemplo:
setpos [0 263]
O lado direito do ecrã necessitará do valor 359 (coorde¬
nada x). Exemplo:
setpos [359 0]
O lado esquerdo, obtem-se com o valor —360 (coorde¬
nada x). Exemplo:
setpos [ — 360 0]
Quanto à parte inferior do ecrã, esta terá o valor —264.
Exemplo:
setpos [0 —264]
Comprovemos a veracidade destes valores:
ct fs pu setpos [ — 360 —264]
ct— apaga o texto, fs— assigna todo o ecrã para gráfi¬
cos, pu— a tartaruga não deixa rasto por onde passa e
finalmente setpos [ — 360 —264] coloca a tartaruga no
canto inferior esquerdo.
] OMNIDATA
7 INFORMÁTICA E COMPUTADORES
T. 63523
COMPUTADORES
PERIFÉRICOS * CONSUMÍVEIS
AMSTRAD
COMMODORE AMIGA
ZENITH
PHILIPS
EPSON
SEYKOSHA
UCHIDA
FUJI DISQUETES
VERBATIM/DISQUETES
ACCODATA
S.C. BRASILIA/PORTO
AMSTRAD MAGAZINE 55
PROGRAMAS
Como contornar todo o ecrã com o rasto da tartaruga?
Aproveitando a sequência anterior, acrescentamos:
ct fs pu setpos [ — 360 —264] pd setpos [ — 360 263]
setpos [359 263] setpos [359 —264] setpos [ — 360
-264] ht
Conclusão:
A tartaruga viaja de um canto até outro, terminando no
canto de onde partiu e desenhando uma esquadria no ecrã.
Nota:
Pode fazer <RETURN> no final de cada lista de valo¬
res, seguidamente <STOP>, <COPY>, e continuar
a acrescentar as restantes instruções. Para tal coloque
no princípio da sequência e antes de ct, a primitiva clean.
Pós-escrito
Finalmente, ao cabo de algumas informações, instruções
e considerações sobre o PCW e a DR. LOGO, vamos
iniciar o nosso trabalho com alguns exemplos simples
de definições de procedimentos em LOGO, fazendo cor¬
responder os nomes atribuídos nesses procedimentos
aos usados em BASIC, para uma melhor e mais rápida
entrada na linguagem LOGO, —isto se o leitor já conhe¬
cer alguns dos nomes e seus efeitos na linguagem BA¬
SIC. Caso não possua tais conhecimentos, constatará
como a LOGO nos permite modificar o nome das suas
primitivas e definir novos procedimentos.
CONCURSO
SOCARTEL /
/PUBLINFOR
Os leitores que deseja¬
rem participar neste
concurso devem enviar
sempre uma disquete
com o programa e não
apenas a respectiva
listagem para:
PUBLINFOR/AMSTRAD
MAGAZINE
Av. Boavista 2881 - 1°
4100 PORTO
? OBR\G^
0 PO E A HUMIDADE CORROEM
0 SEU COMPUTADOR. DEFENDA 0
SEU INVESTIMENTO UTILIZANDO
CAPAS DE PROTECCÃO APROPRIADAS.
56 AMSTRAD MAGAZINE
EXEMPLOS
DE PROCEDIMENTOS EM
DR. LOGO
c I s
to cis
ts ct
end
Comentário: cis— Limpa todo o ecrã colocando o cur¬
sor no canto superior esquerdo.
I e t
to let: nome: valor
make: nome: valor
end
Comentário: let— (nome da variável e seu valor).
Exemplo: let "Carlos 15
(É atribuído o valor 1 5 à variável Carlos). Apesar de ter¬
mos definido o procedimento let, podemos substituí-lo sem
qualquer problema pela primitiva make. O mesmo será vá¬
lido para outros procedimentos.
Se agora escrevermos pr :Carlos, obtemos o valor 1 5.
Outro exemplo: let "frase [Querido amigo Amstrad],
pr :frase. DR. LOGO responderá com Querido amigo
Amstrad.
r e m
to rem xomentario
end
Comentário: rem— Inserir um comentário num programa.
Exemplo: rem [programa de demonstração]
b e e p
to beep
op char 7
end
Comentário: beep— produz um som.
Exemplo: repeat 7 [type beep]
i n p u t
to input :nome
setcursor [0 31] type: nome type char 32
make :nome first rl
end
Comentário: input— (nome da variável e seu valor).
input coloca o nome da variável no canto inferior esquer¬
do aguardando a introdução do valor através do teclado.
Exemplo: input "lado<RETURN>
(Canto inferior esquerdo) lado (introduza 45 < RETURN >
(Atribui o valor 45 à variável lado).
Verificação:
show: lado (obteremos o valor 45)
t a b
to tab: coluna
setcursor (list :coluna (last cursor)
end
ou (para saída na impressora):
to Itab xoluna
copyon
repeat xoluna [type char 32]
copyoff
end
Comentário: tab— tabelador
Exemplo: tab 45 "Domingo
tab 25 pr [Hoje é Domingo]
Comentário: Itab— será descrito aquando do procedi¬
mento Iprint
I o c a t e
to locate xoluna :linha
setcursor (list xoluna :linha)
end
Comentário: locate— localização (coluna da 0 à 89 e li¬
nha da 0 à 31)
Exemplo: locate 41 15 "Amarelo
locate 28 20 pr [Amarelo Azul Verde Encar¬
nado Preto]
I e n
to len xadeia
op count xadeia
end
Comentário: len— comprimento numérico de uma ca¬
deia.
Exemplo: len "Rosalina< RETURN > (DR. LOGO
responderá com o valor 8)
len [Rosalina Maria] (Obtemos agora o valor 2)
r n d
to rnd mumero
op random mumero
end
Comentário: rnd—produz números aleatórios (de 0 até
ao número imediatamente anterior ao numero indicado).
Exemplo: rnd 10 (Pode sair qualquer número de 0 a 9)
AMSTRAD MAGAZINE 57
PROGRAMAS
I p r i n t
to Iprint :texto
copyon
pr :texto
copyoff
end
comentário: Iprint— (passa para o papel o valor de :texto)
Exemplo: Iprint [Programa em LOGO] (Obteremos na
impressora e com início na coluna 0— Programado em
LOGO.
Itab 35 Iprint [Programando em LOGO] (Ob¬
teremos na impressora e com início na coluna
35 —Programando em LOGO).
Itab o m.q. tab, mas somente para saída pela impres¬
sora.
to llist I I i s t
copyon
pops
copyoff
end
Comentário: llist—faz uma cópia no papel de todos os
procedimentos que estejam definidos.
3
ELECTRONIX, LDA.
ELECTRÓNICA PROJECTO E MANUTENÇÃO
• TÉCNICOS DE HARDWARE
• MANUTENÇÃO ESPECIALIZADA
• INSTALAÇÃO E TRANSMISSÃO DE DADOS
CABOS — ACESSÓRIOS DE INTERLIGAÇÃO —
COMUTADORES MANUAIS — COMUTADORES
INTELIGENTES — BUFFERS PARA IMPRESSORAS —
AMPLIFICADORES DE LINHA — INTERFACES E
CONVERSORES — SISTEMAS MULTIPOSTO
Rua B, Lote 8, c/v Dta. Tel: 900848
ALFRAGIDE 2700 AMADORA
p I o t
to plot :coordenada, x xoordenada, y
seth O
pu setpos (list xoordenada, x xoordenada, y)
pd dot (list xoordenada, x: coordenada, y)
end
Comentário: plot—faz aparecer no ecrã um ponto defi¬
nido pelas coordenadas x e y.
Exemplo: plot —100 —50 (Imprimirá um ponto na in-
tersecção das coordenadas x e y cujo valor é respecti¬
vamente — 100 e —50). seth 0— orienta a tartaruga
sempre para norte.
d r a w
to draw :angulo xxtensão:
rt :angulo fd xxtensão
end
Comentário: draw— desenha uma linha, dando o angu¬
lo e a extensão. Este ângulo depende da posição que a
tartaruga tenha no momento em que se dá a instrução.
Exemplo: 1.° Escolher as coordenadas com plot. Segui¬
damente draw 90 60. (A tartaruga desenhará horizon¬
talmente uma linha com 60 unidades de comprimento).
p e e k
to peek xndereço
op .examine xndereço
end
Comentário: peek— lê byte decimal no endereço indica¬
do (este endereço pode ter valores entre 0 e 65535).
Exemplo: peek 40000
p o k e
to poke xndereço :valor
. deposite xndereço : valor
end
Comentário: poke— deposita byte decimal no endereço
indicado (0—65535).
Exemplo: poke 40000 26 (A partir deste momento po¬
de ler com peek 40000, e obter o valor 26).
A versão de LOGO, que acompanha o PCW, não possui
a primitiva (sqrt), para o cálculo de raízes quadradas, as¬
sim como a primitiva circle para desenhar círculos no
ecrã.
Vejamos portanto dois procedimentos capazes de o fa¬
zerem:
sqrt
to sqrt mumero
make "x I
58 AMSTRAD MAGAZINE
labei "início
make "y (:x + :numero/ :x) / 2
if :x = :y [go "fim]
make "x :y
go "inicio
labei "fim
op :y
end
Comentário: sqrt— calcula o valor da raiz quadrada de
números positivos superiores e zero.
Exemplo: sqrt 2 (Ser impresso 1.4142135623731)
c i r c 1 e
to circle :coordenada.x :coordenada.y :extensão
seth 0
setpos (list xoordenada.x xoordenada.y)
pd
repeat 36 [fd :extensao rt 10]
end
Comentário: circle— desenha uma circunferência a par¬
tir da intersecção das coordenadas x e y, variando o seu
tamanho com o valor atribuído à extensão.
Exemplo: circle —100 —50 8.
FIGURAS GEOMÉTRICAS
triângulo
to triângulo :lado
rt 30 repeat 3 [fd :lado rt 120]
end
Comentário: O procedimento triângulo, desenha um
triângulo no ecrã.
Exemplo: triângulo 60 (aparecem no ecrã um triângulo
com 60 unidades de lado)
totoloto
—
UMA INJECÇÃO DE ÂNIMO PARA
PEQUENOS E MÉDIOS
APOSTADORES
QUANDO UM GRUPO DE TÉCNICOS DE COMPUTADORES SE REU¬
NEM PARA FAZER UM PROGRAMA DE COMPUTADOR PARAO TOTO¬
LOTO O QUE E QUE VOCÉ ACHA QUE ACONTECE?
jackpot]
JACKPOT - TRATAMENTO INFORMÁTICO DE TOTOLOTO
(PARA COMPUTADORES COMPATÍVEIS)
A SOLUÇÃO INFORMÁTICA PARA VOCÊ TER A CERTEZA DE ACER¬
TAR NO TOTOLOTO.
• ACABAMOS COM A SORTE
• CRIAMOS A CERTEZA.
CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA:
• CRIAÇÃO AUTOMATICA DE DESDOBRAMENTOS
(DE 7 A 47 NUMEROS)
(GARANTIA DE NO MÍNIMO 2.° PRÉMIO)
• SIMULAÇÃO DE RESULTADOS.
• PREENCHIMENTO AUTOMÁTICO DE BOLETINS
(APOSTAS SIMPLES OU MÚLTIPLAS)
(250 BOLETINS PREENCHIDOS EM 15 MINUTOS)
• MAIS DE 12 OPÇ0ES DISPONÍVEIS.
PREÇO DO SISTEMA: 19 990$00
PEDIDOS A: C. FERNANDES • APARTADO 19 LEÇA PALMEIRA
4456 MATOSINHOS CODEX
ENVIAR DESCRIÇÃO DO TIPO DE COMPUTADOR QUE POSSUI
JACKPOT
v___/
totoloto
V-1_I_/
quadrado
to quadrado :lado
repeat 4 [fd :lado rt 90]
end
Exemplo: quadrado 90
rectângulo
to rectângulo :lado :Lado
repeat 2 [fd :lado rt 90 fd :Lado rt 90]
end
Exemplo: rectângulo 50 100
pentágono
to pentágono :lado
rt 54 repeat 5 [fd :lado rt 72]
end
Exemplo: pentágono 70
hexágono
to hexágono :lado
lt 30 repeat 6 [fd :lado rt 60]
end
Exemplo: hexágono 50
Observação: Podemos usar previamente o procedimento
plot para iniciar o desenho nas coordenadas pretendi¬
das, seguido do procedimento da(s) figura(s) geométri-
ca(s).
Exemplo: cs plot —100 100 triângulo 80
(Terá de estar definido também o procedimento plot,
pág. 58).
(Conclui no próximo número)
AMSTRAD MAGAZINE 59
CARTAS
com/0
QUER COMPRAR:
CONCURSO
PUBLINFOR/
/SOCARTEL
—Técnica de programação.
—Codificação.
Quanto à linguagem a utilizar não
deverá existir qualquer problema,
visto que a equipa técnica que co¬
labora com a PUBLINFOR está
preparada para analisar progra¬
mas nas seguintes linguagens:
-MACRO ASSEMBLER
-C
-BASIC
-COBOL
-BAL
-PASCAL
-PROLOG
— Posso concorrer ao concurso
PUBLINFOR/SOCARTEL com um
programa compilado?
AM: —Pode concorrer com um
programa compilado, desde que
tenha o cuidado de enviar o run-
-time, caso a linguagem que uti¬
lizar a tal obrigue, e uma listagem
da respectiva fonte. Os progra¬
mas são apreciados e classifica¬
dos por vários aspectos distintos,
tais como:
—Objectividade.
—Apresentação final.
PC 200
OU SPECTRUM? TURBO BASIC
—Acha que devo comprar o
SPECTRUM +2 ou o PC200?
AM: —Não é possível responder
de uma forma directa a uma per¬
gunta deste tipo, visto que a com¬
pra de um computador deve ser
sempre fruto de ponderação on¬
de se equacionam diversos fac-
tores, tais como, quem o utiliza¬
rá e com que o objectivo o fará.
De qualquer forma tentarei dar-
-Ihe alguns dados sobre estes
dois equipamentos, principalmen¬
te sobre o PC200 que é uma no¬
vidade de mercado.
0 SPECTRUM +2 é um micro
que se enquadra na linha de evo¬
lução da gama SPECTRUM, es¬
tando baseado no Z80 e
destinando-se a ser um compu¬
tador de jogos. Quanto ao PC200
o caso é bastánte diferente. Sen¬
do um PC compatível baseado no
INTEL 8086 possuindo uma dis¬
quete de 3"1/2 e 720KB de ca¬
pacidade permite executar todo
e qualquer programa para PC
existente no mercado.
Para além de permitir a instalação
de um segundo drive de disque¬
te, o PC200 possui dois slots de
expansão de 8 bits onde poderá,
por exemplo, instalar uma hard
ca rd.
Por outro lado, o seu preço per¬
mite atingir camadas de merca¬
do que, até agora, e mesmo ten¬
do em conta os baixos preços dos
equipamentos SINCLAIR, não ti¬
nha acesso ao mercado dos com¬
patíveis.
Pode considerar-se que o PC200
é o micro que vai servir de trans¬
porte de todo o mundo da infor¬
mática doméstica de 8 bits para
o mundo dos computadores
compatíveis de 16 bits.
Caso o mercado compreenda
qual o significado do PC200, po¬
deremos assistir ao processo de
consumo da "informática de 16
bits" tal como se assistiu, há al¬
guns anos atrás, para o primeiro
ZX SPECTRUM e a "informática
de 8 bits".
— Porque é que o TURBO BASIC
(versão 1.0) apenas aceita a de¬
claração SCREEN 0 e não aceita
a declaração SCREEN 1 nem a
declaração SCREEN 2, mesmo
tendo feito a emulação através do
utilitário CGA2?
AM: —No TURBO BASIC assim
como no GW BASIC, o SCREEN
0 só trabalha em modo texto com
uma resolução de 40x25 ou
80x25 caracteres. No caso de ter
instalada uma placa EGA, este
modo permite-lhe trabalhar com
um Monitor (MDPA) Monocromá¬
tico.
O Modo 1 (SCREEN íleo Modo
2 (SCREEN 2), que emulam uma
resolução gráfica (320x200)
(640x200) Pixels, suportam pla¬
cas EGA ou SGA, trabalhando a
16 cores e 4 ou 2 atributos, ne¬
cessitando de um Monitor colo¬
rido.
No seu caso deverá utilizar o
"Modo 10" (SCREEN 10-EGA
/MONOCHROME DISPLAY), con¬
seguindo assim uma resolução
gráfica de 640 x 350 Pixels, em
formato texto 80x25 caracteres
com o tamanho do caracter de
8x14 Pixels, assignando 9
pseudo-cores com 4 atributos.
lii Êm a
ANM)
REVISTA DOS UVLIZADORES AMSTRAD
RÁPIDO
ECONÔMICO
CÓMODO~
Consulte as
págs. 25 a 40
e envie já o seu
postal-encomenda
60 AMSTRAD MAGAZINE
SUGESTÕES
Como assinante da "AMSTRAD MAGAZINE", gostaria de dar as se¬
guintes e breves sugestões.
1 ? — Deverão manter a um nível aceitável o espaço ocupado pela pu¬
blicidade e pelos artigos "teóricos", a fim de não cairem no estilo de
outras revistas existentes no mercado e cujo leitor-tipo é diminuto (che¬
fias, empresas, etc.), ao invés do grande comprador de revistas "es¬
pecializadas "num género de máquinas (Amstrad, Sinclair, Commo-
dore, etc.) e que, sem dúvida, só possui uma dessas pequenas
máquinas, buscando nas revistas que adquire, programas e sugestões
práticas, além de montagens igualmente práticas e acessíveis. Caso
contrário correm o risco de só serem adquiridas as revistas "AMSTRAD
MAGAZINE" pelos tais poucos senhores e não pelo grande público.
2. a —A revista não se deverá estender para além dos produtos
SINCLAIR—AMSTRAD, pois são as marcas mais significativas no mer¬
cado, com grande aderência dos jovens, que são, repito, os grandes
compradores de revistas. Aliás, estas marcas são quase que uma só,
face à fusão feita pelo Sr. Sugar.
3. a —Deverão dar mais espaço, se necessário com mais páginas e li¬
geiro aumento de preço de capa, à listagem de programas, truques
e montagens.
4? —Corrigir, de uma vez para sempre, as gralhas que sistematicamente
saiem nos anúncios de "compra/vende/troca".
5. a —Continuem em frente, pois esta revista, se bem gerida, poderá
preencher ou continuar a preencher, um espaço de que em lingua por¬
tuguesa sofre a informação sobre informática.
JOSÉ MANUEL SANTOS GORDA
Figueira da Foz
Primeiramente gostaria de vos elogiar pelas vossas publicações sobre
a inteligência artificial e sobre o ABC do Assembler. A sugestão aqui
fica; as vossas publicações seriam muito mais ricas se se debruças¬
sem sobre estes dois assuntos.
FREDERICO MARQUES
PCW 8512
COMO TERMINAL
DO PC 1512?
—Sou possuidor de dois compu¬
tadores AMSTRAD-1 PCW8256
com 2 drives e um PCI512. Co¬
mo deve ser difícil conseguir ven¬
der o primeiro não queria que o
mesmo fosse para a arrecadação,
gostaria de tirar alguma utilidade
do mesmo, pois sou profissional
de contabilidade.
—Será possível fazer do 8512 um
posto do 1512? Caso este "so¬
nho" seja realidade, o que devo
fazer?
—Será possível copiar de uma
diskette de 3" para uma diskette
de 5,25"?
AM:— O seu sonho pode tornar-
-se realidade. Para que tal seja
possível, o PCI 512 terá que ope¬
rar sob o Sistema Operativo PRO-
LOGUE e o programa de Conta¬
bilidade terá de estar preparado
para funcionar em multiposto. Se
adquirir o kit multiposto K2000,
distribuído pela Cominfor, encon¬
trará tudo que necessita para atin¬
gir o seu objectivo, incluindo uma
disquete de 3" para permitir que
o seu PCW8256 funcione como
terminal do PCI512. Quanto ao
programa de Contabilidade, o úni¬
co que conhecemos que esteja
preparado para funcionar em
multiposto sob Prologue é o Sl-
GECO, produzido pela SOSOFT e,
igualmente, distribuído pela Co¬
minfor. Para poder copiar uma
diskette de 3" para 5,25" terá
que possuir uma interface série
no PCW8256-PCW INTERFACE-
-um cabo de ligação—e utilizar o
programa MAIL232 do lado do
PCW.
MANUAL DO SPECTRUM
—Gostaria de pedir que me indi¬
cassem um livro que explique o
funcionamento do SPECTRUM + 2
AM:-
TÍTULO: MANUAL DO UTILIZA¬
DOR DO SPECTRUM+ 2
AUTOR: EURICO DA FONSECA
EDITORA: TRIUDUS
EXECUÇÃO GRÁFICA:
GRAFILÁNDIA—ARTES GRÁFI¬
CAS LDA.
OLIVAL BASTO—ODIVELAS
Aumentar consideravelmente a tiragem ou, pelo menos, o n.° de exem¬
plares para Coimbra. Mais programas, menos artigos. Continuação dos
concursos.
Abertura de uma secção de críticas dos programas comerciais.
Elaboração de um guia das melhores lojas de informática do país, com
as características destas.
Aceitação de programas para o Spectrum + 3, visto este ser também
um Amstrad.
A vossa revista só tem uma grande falha, e ela é a falta de informação
técnica e computacional no domínio das linguagens Prologue, 214 P,
Assembler e RPG II.
Se alguma coisa pudesse ser feita, já seria um passo em frente.
DIOGO PEREIRA
A revista está muito boa, mas mais quantidade não tem nada a ver
com melhor qualidade "Mais e melhor" não!
Melhor, siml Mais? Logo se vê.
Cuidado, não descurem a área dos C.P.M'S. Ainda há muitos do agrado
do utilizador.
"No products for me, no money for you, Okl".
AIVISTRAD MAGAZINE 61
OPINIÃO
MICRO MULTIPOSTO
NOVOS HORIZONTES
O aumento de potência dos equipamentos permite aos
distribuidores oporem-se cada vez mais às soluções mi¬
ni. Mas se o hardware não causa problema, distribuido¬
res e utilizadores devem escolher o "seu” sistema de
exploração. MOS, PROLOGUE e PICK entre outros, con¬
tam numerosos adeptos. Mas UNIX poderia colocar to¬
da a gente de acordo.
O aparecimento dos microcomputadores baseados nos
micro-processadores 80286 e 80386 permitiu aos sis¬
temas de exploração multiposto encontrarem um verda¬
deiro lugar no mercado. Os micros têm hoje em dia a
potência necessária para funcionarem em ambientes
multitarefa e multiposto e concorrerem com a mini-
-informática.
Este avanço tecnológico foi benéfico em vários sentidos.
Em primeiro lugar para os clientes-utilizadores, que em
87/88, tiveram dificuldade em escolher entre soluções
(multiposto ou rede) muitas vezes inadaptadas às suas
necessidades, e cuja perenidade e fiabilidade não eram
as principais qualidades.
Somadas à falta de cultura informática e técnica dos
utilizadores—a utilização de multiposto e redes reque¬
rem formação—estas carências travaram a penetração
destes sistemas nas PME, alvo preferencial dos promo¬
tores de sistemas multipostos. Outro ponto importante:
os microcomputadores são capazes de gerir facilmente
os sistemas de exploração multiposto. Construtores e edi¬
tores podem na realidade desenvolver soluções e apli¬
cações, para tal ajudados pelos organismos de normali¬
zação encarregados de verificar e fazer coabitar as
diferentes versões de um sistema (o que nem sempre é
fácil!).
Hoje, chegamos ao seguinte ponto: os sistemas multi¬
postos standards funcionam perfeitamente em micros (e
atacam alguns segmentos de mercado mini); os progra¬
mas aplicacionais são cada vez mais numerosos; a es¬
tratégia dos construtores clarifica-se; as necessidades
dos utilizadores são melhores definidas e expressas... Tu¬
do se conjuga para que os distribuidores possam efec-
tuar o seu trabalho: vender e instalar sistemas multipos¬
to onde necessário, quando necessário e como
necessário...
A escolha dos fornecedores
Resta ao distribuidor escolher as suas soluções, os seus
standards, o seu sistema de exploração, os seus forne¬
cedores, os seus eixos de desenvolvimento...
No entanto é uma escolha delicada, mesmo sendo res¬
trito o número de standards. Cada sistema tem as suas
especificidades, os seus objectivos, os seus merca¬
dos (alguns existem há 20 anos e tiveram tempo para
se posicionar), os seus adeptos, os seus detractores, as
suas funcionalidades... A escolha é difícil. Em toda e
qualquer situação, são as necessidades dos utilizadores
e dos clientes que devem em primeiro lugar guiar a es¬
colha.
São poucos os sistemas de exploração multiposto para
micro que existem no mercado. UNIX, PICK, MOS, PRO¬
LOGUE, CONCURRENT-DOS e PC/MOS constituem o
conjunto de oferta. Os quatro primeiros são standards
de facto (quer dizer que já ocupam partes significativas
de mercado). CONCURRENT-DOS (Digital Research) e
PC/MOS (Software Link), os últimos a nascerem, ainda
estão um pouco encobertos por uma certa confidencia¬
lidade, (ler uma certa confusão, no que respeita ao
PC/MOS).
Relativamente ao Prologue podem-se apontar como pon¬
tos fortes a sua portabilidade para UNIX e OS/2, o que
garante às sociedades de prestação de serviços de in¬
formática uma verdadeira ponte para a mini-informática.
Orientado para a burótica e gestão de PME, este stan¬
dard multiposto francês oferece de qualquer modo a me¬
lhor relação qualidade/preço, e tem um papel importan¬
te a interpretar no mercado europeu.
Mas a estratégia da Prologue SA não é suficientemente
clara, pois os seus dirigentes transmitem a ideia de que
acreditam na emersão do UNIX como standard dos sis¬
temas multipostos orientados para a gestão. Pode a Pro¬
logue enfrentar o UNIX no terreno deste? Ou será que
a BULL teme a concorrência da sua filial em certos mer¬
cados da mini-informática (o que a levaria a ocultar Pro¬
logue em proveito das suas soluções mini, nos quais o
construtor francês tem mais sucesso)?
62 AMSTRAD MAGAZINE
li i i iiiiiiii ii n iii i i iii iii iHi ii iiiii ii i i iH iiiii iiiii i miiiiiii i iiiiii iiiii i
CARTOON
AMSTRAD MAGAZINE 63
COMPRO/VENDO/TROCO
COMPRO
Jogos "Knight Mare 1 e 2",
"Goonies" e "Match Day 2".
Contactar com: Nuno Miguel —
Rua General Norton de Matos,
64 — 4470 Gueifães — MAIA.
Monitor Compativ. CGA ou
EGA. Com alimentação externa
e tomada TTL —9 PIN para PC.
Contactar com: David Mestre —
Portomar —3070 MIRA
Tel. 031-46256
Todo tipo de sotfware para PC
1640. Contactar com: Rui
Salgado —Rua Nova Melides
7570 Grândola— Tel. 064-97178
Drive novo ou usado para PCW
8256 FD2 para disquetes 720K
com ou sem montagem. Con¬
tacto: J. Luis Rocha
Telef: 031-46248 das 08:00 às
18:00.
Monitor compatível CGA ou EGA
com alimentação externa e toma¬
da TTL—9 PIN para PC. Contac¬
to: David Mestre-Portomar
3070 MIRA—Telef: 031-46256
Compro disco duro e controlador
usados, de qualquer capacidade.
Contactar—9011944 da rede do
Porto.
Folha de Cálculo para AMSTRAD
6128, pago a pronto.
Carlos Miguel —9312317, todos
os dias—zona de Lisboa.
Software c/c emisão cheques e
notas de pagamento. Contacto:
Gestão e Análise Estudos
Económicos — Lerimobil, Ida.
Apartado 635 — 2404 Leiria.
Compro software PC-Jogos pro¬
fissionais, manuais. Enviar lista
com preços. M. Freitas —Portela,
885D-2685 Sacavém
N.B. Não faço trocas.
Microhobby n.6 original ou foto¬
cópia. Pago bem. José Manuel —
Casal Areia 34— Buarcos (Vila)
3080 Figueira da Foz.
Spectrum 48K mesmo avariado.
Por favor, contactar —José
Manuel—Casal Areia 34, Buarcos
Vila —3080 Figueira da Foz
Compro fotocópias dos manuais
técnicos do PC 1512 e 1640.
José Nunes —R. Dr. Henrique M.
Gomes 16—4 A.
1600 Lisboa-Tel: 7588283
TROCO
Disk 3, do Space Quest II, por
qualquer outro programa (den¬
tro de uma gama de software
superior a 110 disk). Contacto:
Paulo—Tel.: 9898719
Software MSX em cassete e dis¬
quete e PC 5 1/4, 3/12.
Escrever para: João — Praça
Sousa Caldas, n.° 79 —Hab. 43
4400 VILA NOVA DE GAIA.
VEMDO
Spectrum/Timex. Reparações:
3.500S00/Taxa fixa, garantia: 3
meses, envia-se à cobrança
Manuel A. Teles —Rua Nova, 63
7490 MORA
Panasonic M7—VHS cl gerador
de caracteres.
Preço 340.000500. Está nova.
Contactar com: Nando Barros —
Tel (02)-7811059 (por favor)
Televisão a cores nova, com ga¬
rantia de fábrica "Nordmend" 56
cm. Facilidades de pagamento
excepcionais. Tel. 419051 ou
032-21515—Fernando
Philips MSX DOS, estado novo.
Contactar: Tel.: 069-97178 (à
noite)
Executo programas para PME'S:
bases de dados, folhas de cálcu¬
lo. Qualidade e rapidez. Equipa
responsável, experimente.
Pedro Rodeia. Tel: 9140841.
Software para o PCW 8512
(CBasic, Exbasic, Miniofficeii,
etc). Contactar para o Tel.
875903 a partir das 19 horas.
Executo jogos e programas Spec¬
trum, PCW, CPC e PC. Catálogos
grátis. João —Urbanização QTA
Sobreiro —3000 Coimbra
Tel: 039-717580
PPC 640 + programas profis¬
sionais. Tudo 199.000S00.
Contactar: Serra Rodeia
Tel. 9140841.
Timex 2048 + gravador + jo¬
gos (200) + joystick + 200 re¬
vistas, + monitor, tudo
50.000500. Contactar: João
Carvalho; Rua 12 Lote 100
7300 Portalegre.
Executo programas de qualida¬
de em Pascal, Basic compilado
(turbo), Lotus 123 + DBase III
Plus. Contactar: Pedro Rodeia;
Tel. 9140841—Mira — Sintra,
308 6.° B.
Dou explicações informática,
Basic + Pascal + DBase III Plus
+ Lotus Quatro com prática.
Contacte: Pedro Rodeia —Mira
Sintra, 308-6.° B—Tel: 9140841
PC 1640 HD20 mono com pla¬
ca vídeo Philips. Muito softwa¬
re. Preço 180.000500. Contac¬
tar: Fernando Afonso
Tel. (01) 2538852.
PC 1512 DD, mais de 100 con¬
tos em software, 80 disk, ma¬
nuais, etc. Pouco uso —preço
245.000500. Contacte: Paulo
Brito; Tel. 898719 das 20 às 21
horas.
Teclado Indescomp e gravador
data, como novos, para ZX-48 K.
José Manuel; Casal Areia, 34
Buarcos—3080 Fig. da Foz.
Vendo rato com 2 teclas por
8.000500. Estado novo. Con¬
tacte: José Sousa; Bairro S.
Lourenço-Fradizela-5385 Torre
D. Chama.
64 AMSTRAD MAGAZINE
Impressoras Star
LC IO, LC IO cor e LC 24-10
para quem exige o melhor!...
LC IO
LC IO Cor
LC 2410
9 Agulhas
24 Agulhas
24 Agulhas
Velocidade
em modo Draft de
NLQ
Velocidade
120 cps Pica em modo Draft de
144 cps Elite
30 cps Pica NLQ
36 cps Elite
Velocidade
120 cps Pica em modo Draft de
144 cps Elite
30 cps Pica LQ
36 cps Elite
142 cps Pica
170 cps Elite
47 cps Pica
57 cps Elite
4 Fontes de caracteres Standard em
NLQ, seleccionãveis por painel,
Itálico
Tractor anterior
Alimentação semi-automática A4
Função paper park
Emulação ESCAPE e IBM
Proprinter II
Opção alimentador automático A4
(ASF)
4 Fontes de caracteres Standard em
NLQ, seleccionãveis por painel.
Itálico
Tractor anterior
Alimentação semi-automãtica A4
Função paper park
Emulação ESCAPE e IBM
Proprinter II
Cassette de 4 cores, preto, verme¬
lho, azul amarelo p / impressoras de
7 cores diferentes: preto, vermelho,
azul, violeta, amarelo, laranja e verde
Opção alimentador automático
4 Fontes de caracteres Standard em
NLQ, seleccionãveis por painel.
Itálico
Tractor Anterior
Alimentação semi-automãtica A4
Função paper park
Emulação ESCAPE e IBM
Proprinter X 24 (NEC P6)
Opção alimentador automático A4
e RAM Cartridge 32KB
Distribuidor Oficial
Rua Ana de Castro Osório,
2-B/4-B (Quinta da Luz)
1500 LISBOA Portugal
Apartado 4513
1511 LISBOA CODEX
Tels. 715 12 37
714 01 28 - 714 46 46
Telex 65027 RIGAMA P
Telefax 714 42 64
a sua Impressora
CONSULTE QUALQUER DOS DISTRIBUIDORES
Ligue a sua empresa
a uma ideia rentável
Tal como uma ficha tripla, o MULTIPOSTO
AMSTRAD é factor de multiplicação.
Partilhando a informação de um único
programa (até 4 utilizadores),
multiplica-se a sua eficácia
aumentando a rentabilidade.
O MULTIPOSTO AMSTRAD
é a resposta informática
certa para pequenas e médias
empresas em expansão.
Não só pelas características do sistema
MULTIPOSTO, mas também pelas vantagens
AMSTRAD: alta tecnologia, fácil
utilização, baixo preço e condições
especiais de pagamento.
Embora um pouco mais caro
que uma ficha tripla, o
AMSTRAD MULTIPOSTO
custa muito menos
do que se espera.